domingo, 20 de setembro de 2009
Botânica das Lágrimas" o novo título de PEDRO FOYOS.
Depois do êxito de "O Criador de Letras", praticamente esgotado, Pedro Foyos regressa ao romance agora com um tema actual que urge conhecer de perto, sobretudo nesta inédita abordagem.
Colocado aqui mui gentilmente por © Piedade Araújo Sol (Pity) à(s) 17:55 1 opiniões
Etiquetas: Lançamentos
sábado, 12 de setembro de 2009

Há no corpo do violino
os sonhos adormecidos duma mulher.
Quando o silêncio despe
a melancolia desafinada dos corpos,
as cordas tangem gemidos de desejo
despertando cinzas de sonos queimados
na espera de novas pautas
que escrevam melodias virgens
e despertem o repouso dos corpos.
Colocado aqui mui gentilmente por © Piedade Araújo Sol (Pity) à(s) 19:18 2 opiniões
Etiquetas: Pas(ç)sos
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
"propriedade apropriada própria"

Eternal Idol (1889), Auguste Rodin
Antes de você virar estatua
posto as adorações do amor,
eram de éter meus dilemas.
Não havia escravidão dos atos
nem sequer haviam escravos,
tudo vivia na fonte em que nascia...
Quando chegou teu bando febril
restaram as cercas derrubadas,
emblemas, minhas carnes trêmulas.
Colocado aqui mui gentilmente por Eleonora Marino Duarte à(s) 18:56 0 opiniões
Etiquetas: betina moraes - poesia
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Evento - Lançamento de Livro

Convido-vos para o lançamento do livro “Pin – Uma explicação de ternura” que decorrerá no Ateneu Comercial do Porto no dia 20 de Setembro (domingo) pelas 16:00 horas. Textos e imagens da autoria de Luísa Azevedo que lhe deram bastante prazer reunir num livro.
Ternura (muita), e as palavras que dela nasceram... momentos (muitos) que explica no bater do coração e no brilho do olhar. Ternura... este livro é apenas uma das suas muitas explicações.Nasci de mão dada com a ternura, com ela cresci, me fiz gente. Aprendi a acarinhá-la, a guardá-la entre os dedos.Semeio-a, com a ajuda do vento.Sacio-lhe a sede, com lágrimas doces.Vejo-a tornar-se maior sem sobejar.Bebo de toda a que me oferecem e entrego-a, na mão de quem a queira de mim beber.Este livro reflecte o que hoje sou. Espero que possa transmitir-vos a serenidade e a ternura que sinto quando escrevo.
Colocado aqui mui gentilmente por © Piedade Araújo Sol (Pity) à(s) 11:55 3 opiniões
Etiquetas: Eventos
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
"Dagon" nº 01
Colocado aqui mui gentilmente por Flávio Gonçalves à(s) 17:25 4 opiniões
Etiquetas: Literatura
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
NO CRIVO DO ACONSELHAMENTO
A questão que coloco consiste em saber pelo que passa o conceito de filosofia, tendo em conta o que se diz, evolando-se o crivo dos filósofos consagrados até à intoxicação do ridículo (filosofia de andar por casa), ou não seja isto, uma fogueira de chamas esterco, como algum dia alguém disse sem reflectir acerca disso mesmo, onde se tiram ilações que mostram a condição natural do homem.
Veiculam-se ideias, traçam-se pontos de vista e a conversa aplica-se a todos os que estão na ordem do dia com as suas tendências naturais. Complexidade dos parâmetros filosóficos? Inquietações mentais, sexuais, ideias em ebulição ou aconselhamento filosófico? Uma coisa de cada vez! Cada caso é sempre um foco de consideração a uma assistência de situação. É possível a cura pela Filosofia! Tem o utente algum resultado prático pela consulta de um técnico na área científica? Será que nunca se pensou na utilidade prática da Filosofia? A atitude filosófica evoca uma prática, sem dúvida alguma. A experiência vivida tem em si arreigada um cunho filosófico, uma ânsia de actualização pelo saber, um saber fazer! A dimensão vivencial do outro ajuda sempre a compreender a quem busca ajuda face a uma clareza de situação onde o paciente está envolvido e o conceito de filosofia instala-se para lá do campo teórico. A relação com as coisas chamam-nos à responsabilidade de nós mesmos face a uma vertente social considerada, onde cada um vai marcando a sua presença. A questão é sempre acerca do para que serve a Filosofia, a sua utilidade numa sociedade materialista. Usamos a razão com o intuito de dar soluções e exclua-se o campo do irracional que a lado nenhum conduz, apenas a abismos de desespero; é a Filosofia que pretende iluminar e fazer sair o homem do abismo do paranormal, ou das ditas ciências obscurantistas, diminuídas pela escassez da razão. A filosofia clarifica o escudo da fé, mostra o porquê das coisas, ajudando a orientação do humano para que assim este possa encontrar a sua felicidade.
Fuseta (Algarve) 27 de Agosto de 2009 – 15:57h
Jorge Ferro Rosa
Colocado aqui mui gentilmente por jorgeferrorosa à(s) 16:16 4 opiniões
Etiquetas: Jorge Ferro Rosa, prosa
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Tu não precisas
Para vires falar sobre o voo das gaivotas
Nem sobre o escoar leve das areias finas pelos dedos das tuas mãos
Nem sobre o azul do ceu e das ondas do mar,
E não precisas,
Porque tudo está nos teus olhos, Na tuas mãos,
Na pele do teu corpo,
Pincel mágico
Que pintou o quadro vivo do poema.
Colocado aqui mui gentilmente por © Piedade Araújo Sol (Pity) à(s) 10:50 4 opiniões
Etiquetas: Eduardo Aleixo
quinta-feira, 23 de julho de 2009
OS DIAS CONTINUAM
Os dias continuam sempre iguais, sempre e sempre. As questões colocam-se desde a tarde e desde a manhã, morrem pessoas, nascem pessoas e o ciclo continua a repetir-se. Surgem as crenças na tela da ilusão, mas, a ilusão é bela, confere sentido aos que estão sem referência.
23.07.2009
Jorge Ferro Rosa, in Caderno da Alma
Colocado aqui mui gentilmente por jorgeferrorosa à(s) 20:39 2 opiniões
Etiquetas: Jorge Ferro Rosa
Preciso de te escrever.
Escrever de ti. De mim. De ti em mim. Do nós que fomos. Do porquê. Do como. Do onde.
Preciso do quando.
Do quê.
Do para.
Do por.
Escrever-te as linhas do teu corpo no meu.
Escrever os teus beijos. O teu carinho. As tuas carícias.
Faz uns dias que tu em mim. Não sei precisar a hora. Nem da conversa, nem de nós de pé.
Não sei precisar o segundo em que te disse Senta-te aqui. Não sei precisar o instante em que te deitaste para trás e entraste assim na minha casa. Não sei do tic-tac do relógio, quando o tic-tac do músculo do teu braço direito, debaixo da minha cabeça.
Não sei de quando as tuas massagens nas minhas costas, e as tuas mãos atrevidas nas laterais dos meus seios; não sei quando terminaste, nem te baixaste e nos beijámos, de lado, eu de barriga para baixo, tu de barriga para baixo. Tu, em cima de mim.
Não sei precisar a hora disto tudo, mas sei precisar de ti.
Precisar que entres assim na minha vida, como entraste assim na minha casa, e como entraste, assim, em mim……….
Sei precisar de te escrever.
Não páro de pensar em ti, de escrever em ti.
Retenho aquele beijo de despedida, no canto da boca, em que os teus lábios procuraram os meus, num prazer fugidio; retenho os teus sorrisos, os gestos, as expressões faciais, o piscar de olhos, os beijos que me davas, e os que não davas, mas simulavas, naquele gesto sem ninguém mais ver.
Custaram-me a existência dela, a fotografia dela. Custou-me o som de ave nocturna, a cada mensagem; custou-me o porta-chaves do carro com o nome dela; custou-me o anel no teu dedo; custou-me tu e ela, os projectos, as perspectivas, a casa, as férias, …
Retenho as tuas mãos nas minhas coxas, nas minhas costas, os teus lábios e a tua língua no mais íntimo de mim… Esse beijo muito leve, quase só um sopro, na minha virilha...
Retenho os teus cabelos, o teu corpo. Tu nú, embrulhado na toalha, depois do banho. Os teus lábios desenhados, o teu rabo,…
Se pudesse largar tudo. Se pudesses largar tudo.
Sem medos, sem hesitares.
Sem dúvidas.
Retenho o nosso baloiçar na rede.
Reaprendi que a vida são passos dados num caminho de pó, e um dia há pegadas que se cruzam.
Foste um sorriso na minha cara, como não me desenhavam há muito, muito tempo.
Retenho a tua voz. O teu sotaque.
O teu olhar doce, meu doce.
Retenho a loucura das noites, dos impulsos, das cumplicidades, da intimidade.
Pergunto-me Porquê?
Como? Onde? Quando? Quê? Para? Por?
Vou fechar-te um pouco.
Preciso de escrever as linhas do teu corpo no meu.
Colocado aqui mui gentilmente por Carla Veríssimo à(s) 18:54 3 opiniões
Etiquetas: Carla Veríssimo
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Ao Quadrado Galeria | s. m. feira
Colocado aqui mui gentilmente por Alexandra de Pinho à(s) 19:01 1 opiniões
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Chamo a Atenção para esta triste notícia do Público
Segundo Joana Pires, filha da pianista e responsável pelo Centro de Estudo das Artes de Belgais, após o encerramento da escola do primeiro ciclo da Mata e do Coro Infantil, "não deve restar nada do projecto de Belgais iniciado pela minha mãe".
Joana Pires revelou que os subsídios do Ministério da Educação (única fonte de financiamento) bem como o mobiliário e instrumentos da escola "estão arrestados".
"Parece-nos ser uma acção movida por quatro ex-funcionários", despedidos a meio do ano, e que, de acordo com Joana Pires, discordam das indemnizações que lhes foram pagas. O valor do arresto ronda "os 78 mil euros", acrescentou.
"Despedimos funcionários para não termos que declarar insolvência a meio do ano. Perdemos patrocinadores e donativos e só lhes podíamos pagar o que o Ministério da Educação nos dava. Ficámos sem o resto do dinheiro que recebíamos", fruto da crise financeira, justificou.
Falta de apoio da autarquia
As tarefas foram redistribuídas por outros cinco trabalhadores, mais dois professores colocados pelo Ministério da Educação e outros dois professores de artes.
A Escola da Mata, perto de Castelo Branco, é frequentada por 40 alunos dos quatro primeiros anos do ensino básico, com os quais são desenvolvidas actividades artísticas e culturais no dia-a-dia. "Não sei para onde vão no futuro", disse Joana Pires.
O Ministério da Educação atribui anualmente 170 mil euros à Associação de Belgais para desenvolver o projecto escolar, referiu.
Aquela responsável lamenta a falta de apoio da Câmara de Castelo Branco, a cujo presidente pediu "apoio moral e uma garantia bancária para desbloquear o problema, negociada da forma que ele quisesse". "Mas o presidente foi gelado e disse que não tinha nada a ver com o assunto", descreveu. "Não somos bem-vindos aqui", referiu.
A Agência Lusa tentou contactar o presidente da Câmara de Castelo Branco, mas tal ainda não foi possível. O Ministério da Educação remeteu um eventual comentário para mais tarde.
Maria João Pires abandonou os cargos directivos do Centro de Estudos das Artes de Belgais depois de uma operação ao coração, em Março de 2006, para colocação de um "bypass".
Na altura, considerou haver uma "grande incompreensão" das autoridades portugueses face ao projecto a que dedicou vários anos.
Colocado aqui mui gentilmente por rack à(s) 23:28 3 opiniões
domingo, 14 de junho de 2009
tu fechas
tu fechas,eu abro!
abro?
em vão tento abrir as portas que fechaste.
empurro, não abre.
a chave não serve!
bato, não abres!
não há frestas,
nem pequenos golpes de luz,
sendo dia!
lá fora...
o sol brilha
e eu encostada à tua porta, fechada!
uma parede fria,
vazia!
uma janela trancada,
calada!
passa a noite,
passa o dia
e aquela porta sombria,
nunca mais se alumia.
passa outra noite,
mais outra
e aquela porta tamanha´,
cresceu para ser uma estranha.
passa um ano,
passa a vida
e aquela porta fechada,
de porta não tinha nada.
era parede...
eu não via!
Colocado aqui mui gentilmente por © Piedade Araújo Sol (Pity) à(s) 18:38 2 opiniões
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Ar(t)es
tocam as teclas do vento
sem partitura, de cor,
dando-se ares de artista
Colocado aqui mui gentilmente por isolano à(s) 00:14 0 opiniões
Etiquetas: Isabel Solano
terça-feira, 2 de junho de 2009
escrevem-se palavras
Autor:http://pacosdagua.blogspot.com/
foto:Rabek
Colocado aqui mui gentilmente por © Piedade Araújo Sol (Pity) à(s) 21:24 1 opiniões
Etiquetas: Pas(ç)sos
domingo, 17 de maio de 2009
O início no fim da rua
Caminhava tentando pisar todas as pedras da calçada. Quando se cruza comigo uma voz: “O fim da crise só acontece com uma grande guerra ou uma ditadura!”. Apesar do chapéu de chuva ainda lhe vi o rosto, desafinado. E não percebi porque disse aquilo. A chuva caía igual para os dois, as pedras da calçada eram as mesmas, ambos segurávamos um chapéu de chuva, ainda que de Invernos diferentes. Seria pelos diferentes inícios da rua?
Também por aqui e aqui
Colocado aqui mui gentilmente por Unknown à(s) 17:14 1 opiniões
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Estúdio Raposa vítima de roubo!
Colocado aqui mui gentilmente por © Piedade Araújo Sol (Pity) à(s) 13:32 0 opiniões
Etiquetas: Plágios
segunda-feira, 27 de abril de 2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Lagos (Algarve)
Colocado aqui mui gentilmente por Flávio Gonçalves à(s) 10:50 0 opiniões
Etiquetas: Banda-Desenhada, Eventos
terça-feira, 7 de abril de 2009
A paixão da aventura
Colocado aqui mui gentilmente por Flávio Gonçalves à(s) 10:18 0 opiniões
Etiquetas: Banda-Desenhada, Eventos
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Lançamento do 3º número da "Nova Águia"
Colocado aqui mui gentilmente por Flávio Gonçalves à(s) 00:25 0 opiniões
Etiquetas: Eventos, Literatura
terça-feira, 31 de março de 2009
O maroto do Pomar!

Na galeria de retratos do Museu da Presidência da República, está um retrato que todos acham desenquadrado. Trata-se do retrato de Mário Soares pintado por Júlio Pomar. Na sequência de uma dúzia e meia de retratos austeros, solenes, escuros, dos presidentes antecessores, surge este, geralmente qualificado de «pouco ortodoxo, inusitado, irreverente, exemplo de expressividade e modernidade, que retrata o verdadeiro Soares, descontraído e sem pose», etc.
Realmente ser-me-ia inesperado se eu não o conhecesse já, da comunicação social. Tinha-me parecido um tanto arrojado, mas não tinta atentado bem nos pormenores. Nunca tinha estado ao pé dele.
A obra de arte vista ao vivo parece que comunica melhor o que tem para dizer.
O que choca mais é a forma tosca da mão direita, que obviamente, está a gesticular, como quem argumenta. O braço esquerdo pareceu-me numa posição estranha, bizarra. Não se percebe como é que ele pode ter o braço naquela posição.
De repente, a luz. O dedo da mão esquerda, apontado para si próprio, tem uns traços curvos junto à ponta, a indicar oscilação, como na banda desenhada. «Olhe que não!; olhe que não!». O braço não é dele, é do Cunhal. Por isso o braço não parecia dele. Então reparamos que até a cor da manga é diferente. Aquele retrato conta um momento, talvez o momento mais famoso do PREC, quando os dois líderes dos dois partidos mais influentes em 75 se confrontaram em frente às câmaras da RTP.
Grande malandro, o Pomar! Quase que enganou toda a gente. Eu, pelo menos, nunca ouvi sugerir esta leitura.
Então, tornamo-nos desconfiados. O que mais terá o Pomar escondido na tela? Certamente que aquele rosa por cima da mão direita não é para chamar troca-tintas ao seu amigo, mas a cor ali muda, por efeito do gesto da mão, dum sombrio e nocturno azul, que tudo envolve, para um festivo e diurno rosa, como zona limpa de uma superfície embaciada por uma longa noite.
O Soares está numa cadeira com francas conotações de poder, por causa dos dois leões nos braços da cadeira. Está inclinado para a sua esquerda, para onde a gravata também aponta. O leão do braço direito, em traços mais conservadores que o leão do braço esquerdo, parece a cara de alguém. Quem? Esta, eu não quero arriscar. Pela cor do braço, podia ser o Cunhal; pela posição à direita, podia ser o Spínola. Aliás, o olho esquerdo do leão parece que tem um monóculo. Ou será uma leoa? Quem seria a leoa-braço direito de Soares? Parece evidente a resposta. Mas isso, só perguntando ao Pomar.
Colocado aqui mui gentilmente por perplexo à(s) 01:14 1 opiniões
Etiquetas: artes plásticas, Crítica da arte, Perplexo, pintura
segunda-feira, 30 de março de 2009
Apresentação do livro Utopias Piratas da Deriva Editores

É já na próxima quinta-feira, dia 2 de Abril, às 22 horas, na Livraria Gato Vadio, na Rua do Rosário, 281, na cidade do Porto, que se realiza o lançamento e apresentação da tradução para português (em Portugal) do livro Utopias Piratas de Peter Lamborn Wilson (também conhecido por Hakim Bey).
Na ocasião haverá uma conversa com Miguel Mendonça, que traduziu e propôs à Deriva a publicação de Utopias Piratas de Peter Lamborn Wilson, e António Alves da Silva. Pretende-se com esta iniciativa proporcioar um debate informal sobre a pirataria moura do século XVII e o papel muito particular da República de Salé que, diga-se, está muito pouco estudada pela historiografia oficial.
http://derivadaspalavras.blogspot.com/
O autor, neste seu recente trabalho, foca a acção corsária da independente República pirata de Salé, durante o século XVII. Corsários, sufis, pederastas, mulheres mouras «irresistíveis», escravos, aventureiros, rebeldes irlandeses, judeus hereges, espiões britânicos, heróis populares da classe trabalhadora e até um pirata mouro em Nova Iorque, emprestam a este livro um ambiente livre constituído por comunidades insurrectas nunca verdadeiramente dominadas e portadoras de uma praxis de resistência social que abalou seriamente os estados europeus.
Peter Lamborn Wilson, nascido em 1945 e investigador e poeta norte-americano com vasta obra editada, escreveu «Sacred Drift: Essays on The Margins of Islam», na City Lights e «Scandal: in Islamic Heresy», Autonomedia
Colocado aqui mui gentilmente por Unknown à(s) 11:45 1 opiniões
fui a flor
Colocado aqui mui gentilmente por © Piedade Araújo Sol (Pity) à(s) 08:42 1 opiniões
Etiquetas: pin-gente
terça-feira, 24 de março de 2009
A PRISÃO DO ÉTICO

Encontrei o meu livro A PRISÃO DO ÉTICO na Fnac do Chiado.
Comprar aqui.
Colocado aqui mui gentilmente por Paulo Rodrigues Ferreira à(s) 16:25 0 opiniões
sábado, 21 de março de 2009
MINHA TERRA AINDA É LINDA
Palavra opaladina que em verso deixo,
Neste dia consagrado à poesia...
Nesta tarde onde te ofereço rosto novo...
Neste escrito onde me afirmo, tu nesse grito
Palavra do campo, da cidade, da aldeia em sitonia
Minha terra Santo Estêvão que abençoa...
Noutra estrofe outra miragem
Qual passagem que nos vai consumindo...
Momentos que não posso esquecer
Por aqui, por ali, rasgo o teu nome
Guardo na alma de criança o meu viver.
Foi aqui que meus passos dei, caminhei
Foi aqui que esculpi a minha poesia, então
Pedaços do meu ser, do coração
Agora tenho aqui, nestes braços o fulgor
Também a música co acordeão...
A seiva do que chamas amor, derramado
Santo Estêvão meu santo poderoso
Da saudade aquela miragem e o amor dedicado!
Abril, feito tempo de liberdade
Terra amiga, da casa do povo à sociedade
Estes passos de novo remodela a Igreja
Onde tocam os sinos e o altar que se beija
O amor que eleva corações e a morte!
A minha e a tua sorte...
Minha terra tem riqueza, poetas com poesia
Gente boa, acolhedora, movimentos
Imensa sintonia quando se param os ventos
Santo Estêvão meu fado, saudade que não finda...
Deixo-te meus pedaços dos meus pensamentos
Aldeia amiga, à beira-mar tu és linda.
Olhão, 21 de Março de 2009 - 20:28h
Jorge Ferro Rosa in Caderno da Alma
Colocado aqui mui gentilmente por jorgeferrorosa à(s) 20:38 0 opiniões
Etiquetas: Jorge Ferro Rosa, poesia
quinta-feira, 5 de março de 2009
.
Colocado aqui mui gentilmente por © Piedade Araújo Sol (Pity) à(s) 13:58 4 opiniões
Etiquetas: A.S.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Não acordes antes do café da manhã ou destapas-me a vergonha
Colocado aqui mui gentilmente por Andreia à(s) 14:35 4 opiniões
Etiquetas: autores blogue das artes, prosa poética
domingo, 22 de fevereiro de 2009
de interminável confusão
procuro-te.
Neste espaço minúsculo
que chamam Terra, não te encontro.
Não te sei procurar em lado nenhum.
Não te sei...
Mas sabia de ti quando
alegre sorria.
Sabia de mim quando
de ti sabia.
Para que sítio distante foste?
Perdi-me na confusão deste minúsculo espaço
que me acolhe
(desesperadamente)
Fujo.
cheio de sonhos perdidos...
Não te sei
mais.
Colocado aqui mui gentilmente por Heraclita à(s) 17:35 5 opiniões
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
ChAOs 4
Uma história por dia e por espaço, uma ligação humana ou não
Encontro e desencontro pela cidade fora.
Para mais informações ou reservas ligue 918626345 ou contacte-nos no mail: teatroensaio@gmail.com
Apareça e divulgue
Colocado aqui mui gentilmente por Unknown à(s) 19:46 0 opiniões
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Olá a todos!
Está a chegar o Entrudanças!
http://www.cm-castroverde.pt/ad2006/adminsc1/app/castroverde/uploads/progr.pdf
Entre concertos, Oficinas, Bailes e Leituras, haverá também venda de Artesanato, na Praça Zeca Afonso.
Hobby by AV, de Andreia Vitorino (www.hobbybyav.blogspot.com) tem orgulho em poder estar presente e deixa o convite a uma visita!
De sábado, 21 a Segunda, 23, desfrutem e ofereçam alegria e cor às vossas amigas!
Acessórios ousados e diferentes, com um toque de beleza!
Simplesmente femininos!
Contactos: Andreia Vitorino - andreia.vitorino@hotmail.com
Carla Veríssimo - cavverissimo@gmail.com
Hobby by AV agradece a divulgação alargada desta informação.
Colocado aqui mui gentilmente por Carla Veríssimo à(s) 17:09 0 opiniões
Etiquetas: Carla Veríssimo
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
John Updike, um poema de Tiago Nené
JOHN UPDIKE
Morreu sem um critério rigoroso.
Não se poderá dizer que tenha sido a lei da vida
ou a lei da morte
ou uma derradeira e infinita
composição da urgência.
Hoje morreu-lhe o corpo, morreu porque assim
disseram os médicos, porque assim
disse o seu pulso frágil como o equilíbrio
da terra, e porque agora é o tempo que o respira.
Hoje morreu-lhe o corpo, repito em voz alta.
E isso é tudo o que,
da perspectiva da nossa memória incompleta,
precisamos de saber.
.
.
Tiago Nené
(in Instalação, obra a ser lançada em 2009)
Colocado aqui mui gentilmente por Tiago Nené à(s) 22:06 0 opiniões
Etiquetas: poema, poemas, poesia, Tiago Nené
domingo, 15 de fevereiro de 2009
encantada estou...
Colocado aqui mui gentilmente por © Piedade Araújo Sol (Pity) à(s) 17:33 1 opiniões
Etiquetas: pin-gente
domingo, 8 de fevereiro de 2009
VERSO IMPERATIVO

Briton Riviere
Nenhuma flor nasceu à boca
antes do emaranhar das asas,
singulares brancas borboletas
enroscadas aos lábios: você sorri!
Facho feito foco, luz ímpar,
selvagem intenso peito abrigo,
teus vales sigilosos vieram!
Eu devia tapar os olhos
e silenciar na redoma!
Mas natureza corrompida,
sou pecado somado e escândalo
fluída sensação de outra Era!
Foge minha fúria ao ver-te
pois que olhos são signos...
Imperativo é verter em mim
teu sorriso de domar as feras!
Colocado aqui mui gentilmente por Eleonora Marino Duarte à(s) 22:59 3 opiniões
Etiquetas: poesia - betina moraes
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Samizdat - divulgação
Eis uma revista on-line de literatura, com bastante qualidade.
O seu nome é Samizdat e vai no 13º número. Clicando AQUI, pode-se baixá-los todos.
Em associação, desenvolve uma Oficina de escrita de contos.
Colocado aqui mui gentilmente por perplexo à(s) 01:45 1 opiniões
Etiquetas: autores língua portuguesa, contos, Crónicas, divulgação, Literatura, Perplexo, revistas, teoria literária
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Um livro - Berlim.
Eis um livro que eu tive a sorte de encontrar este fim de semana numa feira de livros usados em Lisboa, pois é uma obra muito útil e interessante para se compreender o período 1919-1933, essencial para tudo o aconteceu depois no século XX, e poder conhecer com mais rigor a vida e os hábitos da população Berlinense numa época em que Berlim era uma cidade extravagante, tendo contribuido muito para a cultura, a ciência e a política mundial do século passado.
Penso que é um livro especial para quem gosta de história, política, cultura, e já agora, para quem gosta de Berlim. (edições terramar)
Colocado aqui mui gentilmente por rack à(s) 20:55 1 opiniões


















