segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Maria do Sameiro Barroso vence Prémio Palavra Ibérica 2009

O blogue das artes dá os parabéns a Maria do Sameiro Barroso.

Para ler alguns poemas da autora siga este [link]

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Casa dos Poetas

Um excelente blogue o Casa dos Poetas. Boa base de dados da poesia portuguesa e universal.

domingo, 10 de agosto de 2008

surrealismo - a única real tradição viva

para quem é fã do movimento surrealista o nosso querido amigo ricardo pulido valente oferece-nos um bom espaço.

afinal de contas é a única real tradição viva, não é?

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Rua do imaginário

Aqui

sexta-feira, 28 de março de 2008

Já abriu o blogue do Texto-Al




Nas palavras do brilhante escritor Luís Ene o Texto-al é um grupo de pessoas que gosta de ler e de escrever; assim, o que aparecer neste blogue, terá a ver com o que alguém leu ou escreveu, ou com actividades relacionadas com ler e escrever, quer sejam produzida ou não por nós. Tão simples como isto. Para quê complicar?

Eu acrescento que é um grupo informal de pessoas unidas pelo interesse e pela paixão pela literatura. Reúne todas as terças-feiras no Club Farense (na baixa de Faro) pelas 21.30.

O blogue (aqui) é actualizado regularmente pelos membros deste grupo, que pretende ser a maior referência literária do Algarve.

domingo, 16 de março de 2008

O Lado Selvagem

Recomendo este sensacional filme. Dos melhores que já vi:


segunda-feira, 10 de março de 2008

Recomendamos

A Magna Editora está aí em força. O reconhecimento está a chegar e Luís Carmelo, conhecido escritor português, acaba de apostar na editora para lançar o seu novíssimo livro.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Site de poesia

Um excelente blogue especalizado em poesia:

Da Poética

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Grande Evento na Ler Devagar (Lisboa)

Sulscrito/Palavra Ibérica na livraria Lerdevagar,

dia 8 de Dezembro às 21:30.

Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1 (em frente aos Correios do Poço do Bispo).

Projecto Cultural – Círculo Literário do Algarve


Programa:

- Apresentação da revista de literatura Sulscrito, com a presença de alguns autores/colaboradores.

- Apresentação da colecção de poesia Palavra Ibérica.

- Apresentação da 3ª edição do encontro de autores Hispano-Lusos Palavra ibérica (Punta Umbría-Huelva, 2008).

- Apresentação do projecto cultural ALIANÇA CULTURAL – Faro. (Literatura, Artes Plásticas, Património, Música).

- Apresentação de um jovem poeta de Faro, recentemente publicado.


Sulscrito:

Fernando Esteves Pinto
Pedro Afonso
João Bentes
Tiago Nené


Editor:

Luís Filipe Cristóvão (Livrododia Editora)


Aliança Cultural:

José Bivar
Adão Contreiras
Rui Dias Simão

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Nas asas do amor







- C O N V I T E -

*
Lançamento de Livro de Poesia e Exposição de Pintura

*
- Nas asas do amor - diário de reflexão e poesia -
por Yasmin dos Anjos (poetisa, escritora e artista plástica)
http://www.yasmindosanjos.com/

Convidam-se todos os que "sentem" a poesia e a pintura,
a comparecerem na Herbolarium
(Rua 31 de Janeiro , Baixa do Porto, http://www.herbolarium.net/),
no feriado de 8 Dezembro, Sábado,
e integrarem um evento repleto de misticismo...
Uma envolvente artística e poética,
enobrecida por uma singela Exposição de Pintura
e um belíssimo Recital de Poesia…

*
Confirme a sua presença e receba uma surpresa no dia!
yasmin.dos.anjos@gmail.com

*

A emblemática Herbolarium
será o palco de expressão deste evento inédito...
(Projectado pelo arquitecto Joaquim Massena,
o estabelecimento é uma réplica de uma sala de exposições
da "Reis e Filhos", ali existente em 1914.
Aquando da demolição do interior da discoteca de Sto. António
que existia nesse local, ficaram a descoberto pinturas
que se encontravam em mau estado, mas que foram totalmente restauradas,
agora fazendo parte da considerada
a 2ª pérola mais bela do comércio portuense...

! ! ENTRADA LIVRE ! !

a partir das 14:00h
- encontro com a autora
- exposição de pintura *

às 18:30h
- recital de poesia
- apresentação do livro
- sessão de autógrafos

Mais informação sobre o livro em:
http://nasasasdoamor.blogspot.com/

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Sugestão Blogue das Artes: Museu de Santa Maria de Lamas


Museu de Santa Maria de Lamas (MSML)

História e Fundação

Localizado na vila de Santa Maria de Lamas e popularmente denominado por Museu da Cortiça desde os primórdios, o MSML foi fundado na década de 50 por Henrique Alves de Amorim (1902-1977). Este dedicou grande parte da sua vida ao desenvolvimento de Santa Maria de Lamas, obra pela qual lhe foi atribuída a Comenda de Oficial da Ordem de Instrução Pública em 1952. Dotou-a de todo um conjunto de infra-estruturas e melhoramentos – realizações que se encontram representadas nos painéis azulejares da Sala 2 e mencionados nos retratos da Sala do Fundador. Como amante da Arte que era, Henrique Alves de Amorim dedicou-se à recolha de um imenso espólio. Resultado deste esforço é o MSML que fundou. Reflexo do seu papel de Fundador são as constantes iniciais “HA” que surgem um pouco por todo o lado, assim como os bustos que o retratam e que podem ser encontrados em diversas salas do Museu, a par da existência de uma Sala que lhe é dedicada. Doou o Museu à Casa do Povo da Freguesia, que ainda o tutela. A 5 de Março de 1959, Henrique Alves de Amorim fez doação a esta instituição de um vasto conjunto de bens, acto que foi inspirado pelo conterrâneo e então Ministro das Corporações, Dr. Veiga de Macedo. Entre os bens doados encontrava-se um edifício destinado a Museu, com todo o seu recheio, sito no lugar do Souto, de Santa Maria de Lamas, ao fundo do Parque, conforme consta na escritura de Doação. Desde Janeiro de 2004, o MSML está a ser alvo de um projecto de renovação museográfica que pretende marcar uma nova fase na sua história. Procurando ir ao encontro do público e permitindo-lhe um acesso contextualizado às peças e colecções, o Museu põe em valor uma relação directa e referenciada com o seu espólio, possibilitando a fruição nos seus diversos vectores. Renovado e reorganizado, o MSML abre-se a novas explorações e pesquisas que irão constituir, sem dúvida, um motivo de renovado interesse na sua visita.

Colecções

Apelidado pelo Fundador de Domus Áurea Arquivos de Fragmentos de Arte, o Museu é constituído por diferentes colecções, protegidas por um edifício que se caracteriza, no exterior, pela integração de elementos arquitectónicos como o torreão cilíndrico e ameado dos jardins e, no interior, por uma capela e uma estrutura de três alas em “U”, provida de arcadas à laia de Claustro. As colecções, formadas por um espólio variado, criam um espaço museológico algo curioso. Assim, numa mesma sala podem ser apreciadas as mais variadas obras de arte expostas sem aparente ligação técnica, temática ou cronológica. Aí está a particularidade do MSML – nesta aparente falta de lógica, existe precisamente uma “lógica” de um lugar que quer ser visto como um todo e não como um abrigo a peças particularizadas. Assim, percorrendo as dezasseis salas que constituem o Museu, irrompe um imenso espólio do qual se destaca a Colecção de Arte Sacra, não só pela dimensão, como também pela qualidade e variedade tipológica das peças que a incorporam, podendo estas ser organizadas em diferentes sub-colecções. A Imaginária, precioso legado de múltiplas épocas e estilos, reúne em simultâneo a produção proveniente das oficinas de santeiros e a produção de carácter erudito. A Talha Dourada, nas suas mais diversas manifestações, sendo de evidenciar a particularidade de se assumir enquanto suporte expositivo da Imaginária e da Pintura, sendo esta uma outra sub-colecção, predominante ao nível dos tectos e predelas de alguns retábulos espalhados pelas diversas salas que constituem o Museu. Ainda as Vestes e o Mobiliário Litúrgico, este composto essencialmente por um excepcional número de oratórios das mais distintas naturezas. Apesar da menor dimensão, outras colecções contribuem de forma extremamente significativa para tornar este Museu tão particular no contexto da Museologia Portuguesa e, até mesmo, Europeia. Assim, encontramos a colecção de Etnografia, de Ciências Naturais, de Estatuária Portuguesa (finais do século XIX e da primeira metade do século XX), de Cerâmica e Mobiliário Civil. Não menos significativa é aquilo a que poderíamos designar como a “colecção” de “Iconografia do Fundador”. De facto, o culto da personalidade do Fundador do MSML - Henrique Alves de Amorim - está bem presente em todo o espaço museológico, não só através das suas iniciais “HA”, como ainda através de um acervo de retratos, de uma imensidão de bustos e, ainda, de uma miríade de medalhas onde o mesmo se retrata. Como “Museu de Curiosidades” que é, também o MSML apresenta uma Colecção de Curiosidades composta por medalhística e objectos da mais variada índole. Estando o Museu integrado numa das mais prósperas regiões corticeiras do Mundo, possui uma grande colecção de diversas peças de carácter popular feitas localmente adoptando como matéria-prima a cortiça. A indústria da cortiça pode também aqui ser recuperada através das diversas máquinas e mecanismos que fizeram parte do seu quotidiano. Esta colecção, apelidada por Museu da Cortiça, distingue-se como exemplar único da criatividade e da potencialidade desta matéria-prima na criação de objectos artísticos e populares.



Informação útil:

Contactos

Museu de Santa Maria de Lamas

Parque de Santa Maria de Lamas

Apartado 22

4536-904 Santa Maria de Lamas

Telefone: 22 744 22 87

Telemóvel: 91 664 76 85

Fax: 227454993

www.museudelamas.pt

www.museudacortiça.pt

e-mail: geral@museudelamas.pt

Horário de Funcionamento:

Diariamente das: 10h – 13h e das 14h – 18h

(Encerra a 25 de Dezembro e 1 de Janeiro)

Taxas de Ingresso

Museu - 2 €

Desconto 50%

Crianças

Estudantes

Portadores de Cartão-jovem

Maiores de 65 anos

Entradas Gratuitas

Crianças menores de 6 anos

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

As canções de amor

Língua contra língua. Um diálogo de surdos


[Uma sugestão para o fim-de-semana]

Sequela de Em Paris, que em 2006 foi considerado pela revista Les Inrockuptibles como o Melhor Filme do Ano, este As canções de amor passa-se na mesma cidade e conta a história de Ismael (brilhantemente interpretado por Lois Garrel), Julie (Ludivine Sagnier) e Alice (Clotilde Hesme), um trio amoroso que se centra na personagem masculina.
Ismael, 30 anos, trabalha na redacção de um jornal até tarde, não tendo tempo sequer para levar a namorada ao cinema. Julie sente-se aborrecida com a situação e decide apimentar a relação convidando para a sua casa e a sua cama Alice, colega de trabalho de Ismael. A história a três vai ter um final trágico com a morte inesperada de Alice.
É este o momento que divide a primeira parte (A partida) da segunda (A ausência). O filme começa a crescer à medida que os minutos passam. Curiosamente à medida que as canções (o filme está classificado como um musical e muitos dos diálogos fazem-se a cantar) vão diminuindo.
A película não impressiona pela música, mas pela irreverência com que Christophe Honoré (o realizador) trata todo o processo de luto pelo qual Isamel passa. Sem preconceitos, limites nem sequer lógicas. Antes recorrendo á poesia:
“Os meus dias de Inverno passo a esquecer-te”, diz Ismael pelas ruas de Paris, bem presentes ao longo de todo o filme.
É durante esta segunda parte que Isamel, quase num "diálogo de surdos” se vai aproximando de Erwann (Grégoire Leprince-Ringuet), o homem ao lado de quem vai reencontrar o amor (ele é vivido na terceira parte do filme, O regresso).

“Ama-me menos, mas por muito tempo”, diz Ismael no final ao seu novo amor.

De uma simplicidade que impressiona, o filme conta todos os processos pelos quais o amor passa. À excepção de uma ou de outra de maior qualidade, as canções são, afinal, o quase dispensável. Resta aguardar pelo próximo filme de Honoré, na esperança de que ele seja a sua obra prima - uma promessa cada vez mais solidificada.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Programa E2 , Rtp2

O E2 é um programa de culto, que passa semanalmente às quintas-feiras, na RTP2, mais ou menos à uma da manhã.
É dos meus programas favoritos, pois tem rubricas muito interessantes.
Não se esqueçam de ver hoje. Um passarinho contou-me que um dos nossos sócios irá lá estar na rubrica "Um livro porque sim".

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Guerra Peninsular 200 Anos



Hoje, por voltas das dezoito horas, fui praticamente obrigado a estar na inauguração da exposição GUERRA PENINSULAR, 200 Anos, na Biblioteca Nacional. Entre grãs-finas, velhos caducos, embaixadores, professores e agentes partidários, estava eu. Provavelmente, era o único que não vestia gravata, blazer, e calças de vinco. Mas as coisas são assim. Ao meu lado, com uma cara meio ensonada, estava o embrutecido Carlos Miguel, presidente do meu querido Concelho de Torres Vedras. Ao lado do senhor presidente, permanecia, julgo, uma espécie de espião que trocava segredinhos com o político. O espião vestia capa à Mandrake e, pelo que pude observar, passou uma hora a tirar fotografias com o telemóvel aos objectos em exposição. Muito subtil. A mim não enganou. Ouvia aquele clique a metros de distância.

A coisa foi em grande. Havia vinho branco e vinho do Porto à disposição do freguês. Amendoins e passas também. Comi como se fosse um leão rugidor. O sabre do General Gomes Freire de Andrade observava-me com acidez. Três vezes os meus lábios tocaram num belo copo etilizado. Ainda me senti tentado a namoriscar uma garrafa de whisky que lá estava, mas o embaixador brasileiro passou-me sempre a perna. Sempre que a minha mão se preparava para tocar na garrafa, o brasileiro antecipava-se. «Glu-glu-glu». Imaginava, sofrendo como poucos, o som do líquido a escorrer pelas fauces do homem.

O tempo passou. Os discursos esgotaram-se. Restava-me ver a exposição. Foi o que fiz. Vi tudo. Desde os livros de Domingos Bomtempo aos uniformes soldadescos, vi tudo. E ouvi. Ouvi alguém a tentar derrubar a imagem de Wellington com um ranger de dentes. Ouvi um suspiro de uma senhora que olhava para Soult. Depois, quando já me preparava para ir embora, olhei para a garrafa de Whisky e para o embaixador, e disse adeus. Lá vai o descamisado, o pobretão.

Pulicado também aqui.

domingo, 4 de novembro de 2007

N.º 8 da Revista Online Minguante




































Já saiu o novo número da excelente revista de micro-narrativas Minguante.
O Blogue das Artes recomenda-a vivamente. Esta edição está subordinada ao tema da Leveza.

A ler aqui.