As palavras
cintilam
na floresta do sono
e o seu rumor
de corças perseguidas
ágil e esquivo
como o vento
fala de amor
e solidão:
quem vos ferir
não fere em vão,
palavras.
[este poema de Carlos de Oliveira tem ecoado em mim nos últimos dias]
domingo, 18 de novembro de 2007
Vento
Colocado aqui mui gentilmente por luis ene à(s) 13:40 1 opiniões
Etiquetas: carlos de oliveira, palavras, poema, poesia
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