terça-feira, 8 de março de 2011

Quando o Fado é Oração


MISSA

“ QUANDO O FADO É ORAÇÃO “

De José Campos e Sousa

DOMINGO 13 DE MARÇO ÁS 19H30

EM

LISBOA

NA IGREJA DO SACRAMENTO AO LARGO DO CARMO

BERNARDO COUTO-GUITARRA PORTUGUESA

FILIPA GALVÃO TELLES-VOZ

JOSÉ CAMPOS E SOUSA-VOZ E GUITARRA CLÁSSICA

Angariação de fundos para as obras na Igreja do Santíssimo Sacramento

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Campos e Sousa na SHIP


4 de Dezembro, 6ª Feira, às 21H 30, José Campos e Sousa, acompanhado pelo contrabaixista Gonçalo Couceiro Feio, estará a cantar na SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, ao Rossio em Lisboa.
O tema central será o seu mais recente CD: “São Nuno de Santa Maria - Por Portugal, e mais nada”, mas também serão interpretados temas do CD « Rodrigamente Cantando » acabado de reeditar. Aguarda-se a presença dos amigos - e se os amigos levarem com eles outros amigos, tanto melhor.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

O teu nome a velar-me os sonhos


As palavras não ditas, Não gosto do teu sotaque lisboeta, mas amo-te, pesam-me como 100 anos no meu corpo. Não acredito em contos de fadas, mas sei que és uma estrela cadente que caiu na minha varanda numa noite de lua cheia. Mas hoje lá fora está escuro, amor, e a chuva cai sem piedade na janela do quarto. Não sei o que fazes em noites como esta. Sei apenas que foi naquele beijo em frente ao Tejo que fiquei com o teu nome na boca. Voltarei a dizê-lo agora durante o meu sono. Tivesse eu a capacidade de viver a dormir e era lá que te teria.





Nem o tempo vai chegar
P'ra dizer o quanto eu sinto
Você longe de mim
É uma especie de dor
[Rodrigo Leão]


Foto: Graça Loureiro
Também aqui

sexta-feira, 4 de abril de 2008

por...menor



3 coisas que o sábio deve evitar:




Esperar o impossível.
Chorar pelo irrecuperável.
Temer o inevitável.



"De que nos serve o corpo...se não temos a alma?"
foto
daqui

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

David Fonseca em concerto



O ESPECTÁCULO (assim mesmo, com letras maisculas) aconteceu no Theatro Circo, em Braga (a mais bonita sala de espectáculos que vi até hoje). E vale a pena ver o David Fonseca, também a Rita Redshoes, ao vivo.
A música em cima - Hold Still - é uma das preferidas do cantor, disse ele durante o espectáculo. Mas em Braga houve espaço para muito mais. Nomeadamente para o David, em tom jocoso, prometer que quando chegar aos 50 mil amigos no Hi5 fazer um concerto de estádio, em Leiria, só para esses amigos! :) E se por acaso o têm como vosso amigo, nunca lhe deixem comentários do tipo: "Gosto do teu profile" ou "És a estrela mais bonita que há no céu". Porque quando ele ler vai pensar: "Estás no bom caminho, estás!". Palavras dele!
Brincadeiras à parte, trata-se de um concerto memorável, com uma produção gigantesca, durante o qual se percebe por que é que o Dreams in Colour foi considerado pelos leitores da Blitz como o melhor disco de 2007. A música é muito boa, as letras também, as vozes do David e da Rita são mágicas!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

nostalgia market

Regressei fresquinho dumas curtas (curtíssimas) férias nos Açores e, para me embeber de civilização metropolitana depois de tanto prado verde, vulcão, montanha e mar - e que mar - fui a um desses hipermercados de tecnologia com o meu irmão mais novo (sendo eco-libertário, não é sítio que frequente muito assiduamente) e fiquei surpreso com a enormidade de produtos nostálgicos em dvd.
Em tempos li numa revista de cinema que as editoras estavam a apostar na reedição de produtos de finais de anos 80 e meados de 90, produtos populares na altura mas que os jovens entusiastas ainda não podiam comprar por se encontrarem ainda a estudar - a esmagadora maioria - mas que actualmente, partindo do principio que estão bem inseridos na sociedade (com emprego fixo, diga-se de passagem) já podem comprar aquela tralha toda.
Ele é dvd's dos Soldados da Fortuna (que as gerações mais novas conhecem com o horroroso nome de Esquadrão Classe A, ainda por cima dobrado em brasileiro), MacGyver, Nos Limites do Terror, Uma Casa na Pradaria, Departamento de Homicídios, Os Três Duques, Twin Peaks, enfim, são às dezenas as reedições em dvd de séries antigas. Um verdadeiro mercado nostálgico a explorar.
No meio de tanta coisa demasiado elevada para a minha bolsa avancei mais alguns corredores e voilá, encontrei algo também à minha media: os albuns "The Clash" e "Give'em Enough Rope" dos The Clash e ainda "Bat Out of Hell" e "Dead Ringer" dos Meat Loaf, afinal há lugar para todos no nostalgia market, e para todas as bolsas: estes 4 discos custaram-me uns módicos 14 euros... quando era puto não tive pilim para os comprar, agora já cá cantam.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Tiago Bettencourt & Mantha - O Jogo

Mais um dia em vão no jogo em que ninguém ganhou
Dá mais cartas, baixa a luz e vem esquecer o amor
És tu quem quer
Sou eu quem não quer ver que tudo é tão maior
Aqui está frio demais p'ra apostar em mim.

Vê que a noite pode ser tão pouco como nós
Neste quarto o tempo é medo e medo faz-nos sós
És tu quem quer
Mas eu só sei ver que o tempo já passou e eu fugi
Que aqui está frio demais p'ra me sentir... mas queres ficar?

Tudo o que é meu
É tudo o que eu
Não sei largar

Queres levar
Tudo o que é meu
É tudo o que eu
Não sei largar

Vem rasgar o escuro desta chuva que sujou!
Vem que a água vai lavar o que me dói!
Vem que nem o último a cair vai perder.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Arrepio



E foi um arrepio que senti quando na sexta-feira fechei os olhos no Teatro Aveirense para ver Rodrigo Leão e os Cinema Ensemble. Grandes. Muito grandes.

domingo, 6 de janeiro de 2008

The Starvan - "These Lines"



Estando ligeiramente deprimido (já perdi dois números da revista do Homem-Aranha da Panini) esta semana não me apeteceu falar de banda desenhada, aproveito então para vos dar a conhecer os The Starvan, uma banda pop rock portuguesa que enche estádios no Japão mas que em Portugal é praticamente desconhecida.

domingo, 23 de dezembro de 2007

Este Natal, não consuma...

Para ti

Penso deitar-me, mas não conseguiria dormir. A minha mente ecoa memórias agora distantes, que me sufocam o peito com saudade.
Olho o relógio e sei que dormes. Imagino-te deitado. Vejo-me ao teu lado, acariciando o teu corpo, beijando os teus lábios.
Puxo para dentro a vontade que tenho de te ter comigo, em mim.
Quero saber dar tempo ao tempo, mas ele apenas me aperta contra a realidade que agora evito: gostar de gostar de ti.
Espero que o pesadelo acabe depressa, mas ninguém me acorda a tempo de o fazer parar. E os minutos não páram...
Será que ainda me queres da mesma forma? Talvez me esqueças aos poucos, a cada dia que passa... Não sei e não quero saber, porque ainda guardo a esperança de te ter na minha boca e nos meus braços, puxando-me para ti.
A intensidade do teu olhar está presa na minha mente. Gosto de a reter por alguns minutos e sentir o teu cheiro percorrer o meu corpo.
Ah, que falta me fazes...
Desculpa a minha fraqueza, mas preciso de ti...

Fotografia de Ayshynek @ Cadeia da Relação / Instituto de Fotografia

"Since you've gone I've been lost without a trace
I dream at night I can only see your face
I look around but it's you I can't replace
I feel so cold and I long for your embrace
I keep crying baby, baby, please..."


Postado também aqui.

sábado, 22 de dezembro de 2007


"Society drives people crazy with lust and calls it advertising."
[John Lahr]

"Todo o homem santo tem a sua tara. Toda a puta tem o seu pudor." [Monstro Mau]

domingo, 9 de dezembro de 2007

MONSTRO MAU

Hoje, às 17 horas, na Fnac do NorteShopping, realizar-se-á um Show Case da banda MONSTRO MAU, constituída por músicos de Braga.

Eu ouvi, conheci e gostei.
Como apoiando a BOA música portuguesa, estamos a contribuir para o desenvolvimento cultural do nosso país, aconselho-vos vivamente a aparecerem e gozarem alguns minutos de aventura, relaxe e muita animação.

Para mais informações, visitar o myspace da banda.

Elementos: Budda (guitarrista) ; Alex Liberalli (vocalista) ; Nico (baterista) ; Tó Barbot (baixista)

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

FESTIVAL ETNIAS 2007


Festival de Músicas do Mundo, 5ª Edição
6 / 7 / 8 de Dezembro 23h00
Contagiarte - Porto


Os ritmos de instrumentos tradicionais de culturas que não queremos ver perdidas traduz-se, para nós, no Etnias, um festival assente numa programação que reúne alguns dos mais importantes e inovadores projectos nacionais na área da música de raízes étnicas, sendo um evento que celebra as sonoridades, danças, culturas e tradições dos povos do mundo. Os sons do Mundo foram desde o primeiro dia do nosso espaço uma grande aposta. O acolhimento de projectos ligados a essa área, a aposta em projectos de sonoridades que revelam uma forte paixão pelas músicas e danças do mundo têm obtido um resultado que se traduz na crescente sensibilização e formação de públicos. O Etnias é, e sempre será, um marco na história do espaço cultural Contagiarte, não só porque assinala o aniversário do mesmo, mas também porque é, sem dúvida, uma das produções mais arrojadas produzidas pela nossa associação.

Apoios: UNICER / O Primeiro de Janeiro / Magazine Artes

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Perfect Day (it was)


era sempre nestes dias que ela ficava assim. e ia buscar o cd deles. das poucas recordações que ainda tinha dos dois. deu-o a ela numa das poucas (sim, via agora que foram poucas, cada vez menos) viagens que fizeram juntos. era noite. escurecia também já o coração dele. só ela não percebia. ela que agora colocava cuidadosamente o cd no computador. a sua única companhia. que a noite fria estava lá fora e não a ouvia chorar em silêncio.
tinha medo de recordar mais uma vez e de apagar mais um bocadinho. de se apagar.
- cor-de-rosa.
disse-lhe ele uma vez. assim era o amor deles. ela tinha dito vermelho. estavam num café antigo da cidade e ela tinha dito vermelho porque se apaixonou em 10 minutos (como ela se queria apaixonar em precisamente 10 minutos só mais uma vez). mas sim, era cor-de-rosa. e aquele um dia perfeito.
como ela queria voltar àquele início de outono, àquele fim de noite, de passeio, de sonho. como ela queria não ouvir o cd deles que continua a tocar no cinzento computador que ela tem agora à sua frente. apenas. o cinzento.



Just a perfect day,
Drink sangria in the park,
And then later, when it gets dark,
We go home.
Just a perfect day,
Feed animals in the zoo
Then later, a movie, too,
And then home.

[Lou Reed]


[Foto: Lilya Corneli]

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Ensemble Ibn Harabi


Sexta 23 de novembro de 2007 - 21h30
Culturgest - Grande Auditório· Duração 1h30
18 Euros (Jovens até aos 30 anos:5 Euros. Preço único)

O sufismo surgiu no século ix, na Mesopotâmia, e incarna a dimensão mística do Islão. É uma via iniciática para aceder a um conhecimento pessoal e experimental do divino, uma fusão do temporal no intemporal, do material no imaterial, do humano no divino.
É um caminho que se faz em comunidade, sob a orientação de um mestre (sheik) que já percorreu todas as fases da viagem interior. As práticas sufistas utilizam rituais, individuais ou comunitários, em que a música, a poesia e a dança têm um importante papel como expressões do desejo da alma se aproximar de Deus.
Foi a partir da zaouia (lugar de reunião dos sufis) Siddiqia, em Tânger, que se constituiu o Ensemble Ibn Arabi, que tomou o seu nome do de um dos maiores sufis da história, nascido em Múrcia, Espanha, em 1165. A música que praticam tem as suas raízes na “Espanha das três culturas”, reclamando uma herança árabe andaluza que continua em Marrocos. Os seus cantos utilizam poemas de grandes figuras do sufismo – Ibn Arabi, naturalmente, mas também Rabia al-Faridh, Sidi Mohammad al-Harrak, Omar Ibn al-Faridh, ou outros cujos nomes a nós, europeus não islâmicos, pouco ou nada dizem, mas que são fundamentais na história do misticismo sufista.
O Ensemble é dirigido musicalmente por Ahmed El Kheglin. Depois de ter aprendido a música árabe andaluza no Conservatório de Tânger, El Kheglin aprendeu a tocar qanun (instrumento de cordas também chamado de saltério ou de cítara), com professores tunisinos e iraquianos. Discípulo do último sheik da zaouia Siddiqia, estudou história das ideias em Paris e teologia na Universidade de Fez onde se consagrou ao estudo do sufismo. Para além de ser responsável e apresentador de um programa de rádio de grande notoriedade sobre músicas e cantos sufis através do mundo, escreve sobre o tema para várias revistas literárias ou universitárias, dá conferências na Europa e no Mundo Árabe, apresenta-se com o seu Ensemble em dezenas de festivais e de concertos, sobretudo na área mediterrânea. Este é o último concerto integrado no ciclo Os Filhos de Abraão que ao longo deste ano a Culturgest foi apresentando. Também neste caso escolhemos música rara. Rara pela sua beleza, pela sua espiritualidade, mas também por estar longe dos estereótipos que muitas vezes construímos sobre as “outras” músicas, como a música árabe.

Qanun e Direcção musical Ahmed El Kheligh
Ud e Tambur Hérvé Teboul
Violino Andalou Oussama El Kheligh
Daf e Zarb Pièrre Rigopoulos
Canto e Bendir Abdellah el Mansor El Kheligh

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

OS CANTOS DO ZECA


No próximo dia 18, domingo, pelas 16 horas, no Fórum da Maia, vai ser levado à cena o espectáculo “OS CANTOS DO ZECA”.

Esta iniciativa da responsabilidade da Associação José Afonso (fundada em 18 de Novembro de 1987), por intermédio do seu Núcleo do Norte, mistura músicos, actores, técnicos, profissionais e amadores, com o objectivo central de celebrar a vida e obra de José Afonso e percorrer vários “cantos” do “poeta, andarilho e cantor”.
Os “CANTOS DO ZECA” significará prestar um tributo aos vários “cantos” por onde o Zeca passou: Portugal, África, Galiza.
Os “CANTOS DO ZECA” significará, também, prestar um tributo aos vários “cantos” onde ele tem sido cantado por gente que faz da música e das palavras de José Afonso uma vontade de construir mundos sem muros nem ameias.Do Porto, de Castelo de Paiva, de Lisboa, do Alentejo, de Viana do Castelo, de Penafiel, de Braga, de Guimarães, da Galiza chegam cantores e actores que, principalmente durante este ano, têm sido “companheiros de estrada” do Núcleo do Norte da AJA.
Os “CANTOS DO ZECA” significará, ainda, prestar um tributo aos poemas e canções que José Afonso nos legou como forma de, ainda hoje, conseguirmos perceber “o que faz falta”.
Num espectáculo construído e desenhado cenicamente pelo Núcleo do Norte da AJA, José Afonso vai “estar presente” porque com ele percorremos estes 20 anos de caminho.

Os bilhetes, ao preço de 7,50€ estão à venda na Cooperativa UNICEPE (Praça de Carlos Alberto), Sindicato dos Professores do Norte (Rua D. Manuel II) e Sindicato dos Seguros (Rua do Breiner) podendo ser feitas reservas pelo endereço: ajanorte@gmail.com

Contactos:
Paulo Esperança (Telem. 917711964
José Carlos Pereira (Telem. 916090033)

domingo, 11 de novembro de 2007

Os discos que me roubaram...


Hoje dei por mim com uma vontade, um apetite mesmo voraz, de ouvir os Quadrilha [saiba quem são]. Recordam-me uma juventude rebelde (regada com muito vinho de cheiro e absinto do antigo, coisas que a União Europeia ilegalizou e que as camadas mais jovens não podem já disfrutar) em que aguentava estar a saltar um concerto inteiro destes senhores.

Não há muitos anos era eu o fiel depositário de toda a discografia da banda... hoje que me aguçou o ouvido para os ouvir novamente, recordei a tragédia: cometi o pecado e erro imperdoável de emprestar os cd's dos Quadrilha.

Como devem estar a adivinhar: nunca mais mos devolveram... então dei por mim a pensar no número de cd's que já emprestei e que nunca me devolveram (actualmente não empresto cd's a absolutamente ninguém, nem aos meus irmãos mais novos), e são dezenas!!!

Repito, DEZENAS!!! Isto desde a minha tenra juventude até à porta dos trinta, mas que raios pensa alguém quando nos pede emprestado algo e depois não nos devolve?? Será que podemos considerar como furto quando emprestamos algo que não nos devolvem? Quando nos cravam pensam já que não nos vão devolver, ou ainda ouvem e tal, e devem pensar "isto é bom demais para este gajo", e então PIMBA, faz-se luz: isto está melhor entregue à minha guarda... (será assim?)

Enfim... e vou encerrar este postal antes de começar a pensar nos livros que emprestei... oh... e as revistas do Homem-Aranha...

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Guimarães Jazz 2007 - CCVF


Centro Cultural Vila Flor - Guimarães
08 A 17 NOVEMBRO


Considerado pela crítica “O Festival dos Festivais”, o Guimarães Jazz arranca hoje com uma lenda do jazz: Pharoah Sanders, músico detentor de um dos mais exóticos sons de saxofone que sobe ao palco do CCVF, às 22h00, com os músicos William Henderson (piano), Nat Reeves (contrabaixo) e Joe Farnsworth (bateria).
Amanhã é a vez de Ravi Coltrane – filho do colossal saxofonista John Coltrane – provar que é mais do que um apelido famoso. Apesar do “nome que carrega”, Ravi Coltrane tem-se destacado entre a geração mais jovem do jazz contemporâneo com trabalhos largamente elogiados pela crítica.
O jazz nórdico de Jan Garbarek encerra o primeiro fim-de-semana de concertos do Festival. Manu Katchè (bateria), Yuri Daniel (contrabaixo) e Rainer Brüninghaus (piano), completam o grupo do saxofonista norueguês, projecto que tem tido várias formações e que no Guimarães Jazz se apresenta em quarteto, com músicos que tocam juntos há mais de 15 anos.

Veja o programa completo do Guimarães Jazz em Centro Cultural Vila Flor - Site Oficial


domingo, 4 de novembro de 2007

Resi[g]na[da]

"Nem tudo é na verdade
O que parece ser
E o que parece
Acaba sendo verdade sem querer!"


Fotografia por: Scoya
Letra de: Monstro Mau