segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

NOITE, DIA...


É madrugada.
seu nome anda em minha boca
e as estrelas,
atrizes,
fingem não perceber
meu canto triste.

o dia espera,
como se toda solidão
pendesse das cortinas
e pudesse se soltar
ao amanhecer.

Que sabem os astros
do percurso entre a noite e a manhã?
Andam por lá...
das minhas dores, inocentes.
(destas, só eu sei).

3 Comments:

Joaquim Alves said...

Pois, assim é!
E o Chagall fica aqui muito bem.
Força, POETA!

© Piedade Araújo Sol said...

Um poema muito bem conseguido!

Fica um beijo

© Piedade Araújo Sol said...

Um poema muito bem conseguido!

Fica um beijo