domingo, 9 de dezembro de 2007

Caminhos Perdidos










Perdida a olhar para rua nenhuma.
Fito o início e vejo o fim...
Ruas que não encontro,
Onde descubro o desconhecido.
Ruas de dor, perdidas de solidão!
Ouço gritos de paixão...
Vida que sofre por amar.
Ruas sem fim, sem começo...
Caminhos dos meus pensamentos.
Início de desilusão.

Liliana

3 Comments:

Manuel Marques said...

Um pequeno devaneio escrito há uns meses atrás em primeira mão neste recado: O silêncio dentro de um peito ferido / apenas as aparências e violências se encontram / o contexto poderia ser de vida e de paz / a realidade não se rege pelo desejado. / Parabéns pelo teu poema e um beijo!

Heraclita said...

Muito obrigada pelo comentário! ;) beijinho**

Scoya said...

São essas as ruas da vida :)
Um beijinho