sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

As cores de um fim de tarde


Jardim da Cordoaria - Porto
por: Pedro Ferreira

(Pedro Ferreira assina no blogue como anarquistaduvall)

7 Comments:

Anónimo said...

tenho que deixar este comentário aqui, pois não há caixa de comentários onde se divulga o que quero comentar.
já agora, isso foi uma decisão dos sócios, ou dos "presidentes auto-nomeados"?
Sou um sócio deste blog, que se vai manter anónimo, pois é, por vezes, a única forma de haver justiça (tal como no voto que é secreto, por exemplo).
Não gostei dos comentários naquele post, não eram construtivos, nem, no mínimo engraçados. Mas acho que não deveriam ser apagados, pois temos que lidar com estas coisas como todos os grandes artistas.
O Tiago é mediático porque procura ser e tem todo o direito a fazê-lo, mas é-o para o bem e para o mal.
Assim como nós, fazemos isto (o blog) público e é-o para o bem e para o mal.
Portanto, acho que não deviam ser tão inquisitórios e não voltar a ter atitudes daquelas, é bem pior do que escrever comentários como os que estavam lá.

PJ: said...

Fotografia muito boa, gosto das silhuetas e da cor mutante do céu!

Abraço,

Pedro José :)

cuotidiano said...

Fotografia extremamente bela.

Obrigado pelo que ela transmite.

Abraço

Anónimo said...

Caro sócio-anónimo:

A pessoa que refere, o sr. Nené, tem abundantemente deixado comentários noutros blogues dizendo algo como "gosto muito deste blogue, não conhecia. Olha, existe um autor novo que vale a pena descobrir" e dá o endereço do seu blogue pessoal, assinando com nomes falsos (curiosamente femininos) e nunca com o dele. Parece-me que se o sr. Nené tem sede de protagonismo - e está no seu direito, evidentemente - deverá assumi-lo ("eu acho que sou bom, gosto que me leiam, estou neste endereço"), assinando o que diz e não andar por aí com artimanhas das quais é natural que as pessoas não gostem - não lhe parece também?

Para além disso, neste novo post do sr. Nené (assim como no que refere no seu comment) não é permitido qualquer comentário, quando o mesmo sr. Nené afirma que a contradição o estimula. O que é, no mínimo, curioso - então como é que se responde às asneiras que ele diz, ou seja e usando o conceito dele, como é que faz alguém que o deseje estimular?

Já agora, e só por curiosidade, o texto escrito à Pinto da Costa (vitimização+auto-elogio+visão do futuro = galvanização das massas) e de virgem ofendida, para além de erros de facto (diz que publicou "livros" – plural - quando pagou para publicar "livro" - singular) tem erros gramaticais - isto vindo de um auto-intitulado-elogiado escritor não está mau! (provavelmente irá emendá-los depois de ler este texto - que acabará por ser também censurado - para fingir que fui eu que vi mal...)

Contrariamente a si, não sou sócio e, por isso, só posso falar sobre o assunto aqui. No seu caso (desculpe o ar de conselho...), eu colocaria um post sobre o tema da censura num blogue de artes – sendo que não há nada que a arte mais abomine que a censura e vice-versa - para que se possa, abertamente, discutir a situação. Não acredito é que o sr. Nené tenha coragem para o aceitar, pelo que possivelmente esse post também seria censurado.

Em resumo: o sr. Nené não incomoda ninguém com o que escreve no seu livro, no seu blogue ou na casa de banho, já que não tem qualquer relevância cultural que lhe permita incomodar seja o que for (nem uma mosca) – incomoda, isso sim, com o seu zumbido cobardemente não assumido nos blogues dos outros.

Finalmente, peço desculpa ao autor deste post por estar aqui, indevidamente, a ocupar este espaço - mas não tenho alternativa.

Mais uma vez, peço desculpa.

Cumprimentos aos dois





PS – Charles Bukowski, o grande mentor do sr. Nené, disse um dia: "the difference between a democracy and a dictatorship is that in a democracy you vote first and take orders later; in a dictatorship you don't have to waste your time voting." Pelos vistos, ao apagar os comentários dos outros (bons ou maus, não interessa) e ao não permitir contraditório aos seus escritos, o sr. Nené optou pela ditadura. Poupa-se tempo e chatice... mas nega-se o estatuto de artista!

PPS - Enquanto escrevia isto, o sr. Nené apagou o texto do qual falei anteriormente - só espero que ele tenha a mínima coragem de o repor (exactamente igual) para que toda a gente saiba não só ao que me refiro acima como, igualmente, qual o seu nível literário (ou falta dele).

ARA said...

Há por aqui coisas interessantes demais para serem misturadas com atitudes que me ofendem e que desprezo, e eu gostaria muito de salvaguardar este post - com uma imagem francamente bonita! - de uma opinião que vou ter que expressar, mas não tenho outro local onde o fazer (ou seja: já expressei, mas foi apagada).

Ora bem: tive já a oportunidade de lembrar ao Sr. Nené que as pessoas devem ser elogiadas não por si, mas por outrém, e o seu trabalho ser reconhecido em virtude da importância e da qualidade que revela. O que o Sr. Nené tem vindo a fazer, consubstancia uma imensa desonestidade intelectual, uma falha ética gravíssima, um abuso à ignorância de alguns que, não lendo nada, seguem a "carneirice" de acreditar que alguém é bom porque é falado ("Esse tal de Nené deve ser importante, porque em todos os blogs se fala dele" - quando, na realidade, é ELE que fala DELE!).
A ideia do Sr. Nené (que decerto julgou ter descoberto a pólvora) é perfeitamente infantil, e só se perdoaria se vinda da cabeça de uma criança naquela fase de confabulação de contos de fadas e de um mundo cor-de-rosa: - "Eu vou espalhar imensos recados a dizer que eu sou um dos mais promissores escritores e, à custa de tanto ouvirem o meu nome, serei o mais popular de entre todos. Depois, independentemente de alguém saber o que é que a isso levou, ou de alguém me ter lido alguma vez que seja (independentemente de alguém ter podido ler as coisas que eu escrevo, nem por isso interessantes e pejadas de erros), só o meu nome já me abrirá portas, como àqueles coitados que foram ao Bigbrother, e, mesmo mostrando apenas um triste vazio interior, ganharam uns trocos". E é que uns até fizeram mais que isso: lembram-se de um Marco, que deu um pontapé numa tipa? Foi convidado para fazer uns programas de rádio. Ou da Gisela, aquela peixeira que só dizia "alhadas"? Chegou a ter um programa de televisão. Ah, pois é!... Depois, ainda abriu a sua própria escola de como lidar com a fama!!! Fama? Mas qual fama? É ou não é preciso ter uma "pancada" muito grande? E, muito sinceramente, acredito que, novamente, estejamos perante um caso assim. É que ter tido este relampejo de omnipotência e irrealidade uma vez, até poderia ter sido fruto de um beber excessivo, ocasional (somos jovens, temos desculpa), mas insistir nisso depois de já ter sido chamado à atenção por vários!...

Bom... Também já pedi ao Sr. Nené que me perdoasse toda esta franqueza, aproveitando para sublinhar que estas minhas palavras nem sequer são o pior que lhe poderia acontecer, muito menos se comparadas com a hipótese da disseminação de um artigozito sobre este tema pelas capelinhas da crítica literária das quais dificilmente alguma vez se aproximará com tal atitude (que nela encerra uma postura grave na vida, uma lacuna ao nível dos valores da verdade e do respeito - repare-se que se faz passar pela opinião pública!!!, falsificando relatos, incorrendo num crime moral!). É que, a continuar com esta estratégia - fútil, narcísica e francamente desonesta - qualquer dia será apenas (mas sobejamente!) conhecido como aquele miúdo que se fartou de inventar os seus próprios admiradores, simplesmente por não os conseguir de nenhuma outra forma. O que, admitamos, não é lá coisa que, de si, traga mais admiradores... Talvez nunca mais, em tempo algum.

Pelo que, a minha intenção não é estragar-lhe a "carreira", mas aconselhar a uma mudança de actuação, para uma mais digna.
Aos meus blogs foram parar vários comentários abonatórios do valor literário do Sr. Nené, todos eles iguais mas assinados com nomes diferentes. Aliás, quem não tiver recebido um comentário do tipo "Que blog interessante, não conhecia. Gostaria de dar a conhecer um autor que merece muito ser divulgado..." que se acuse. "Não conhecia" - diz ele. Não conhecia, nem perdeu tempo a conhecer, porque se demorou exactamente meio minuto (!) em tais blogs, que foi o tempo de lá largar o copy-paste (que isto de ler os blogs dos outros não tem interesse nenhum; só o que o Nené escreve é que vale a pena!).
E tudo isso, porque os seus pedidos pessoais para que os bloggers fizessem um post só sobre ele não tiveram frutos. Mas disso não conseguiu o Nené retirar nenhuma lição, resolvendo que o melhor era colocar pessoas imaginárias a tecerem-lhe elogios. E a isso chama-se MENTIR. E é isso - SÓ isso - que está mal. E as verdades são para serem ditas.
A verdade, é que o Tiago Nené não é um jovem escritor considerado uma promessa literária, mas um menino que decidiu tornar-se famoso por meios insidiosos, independentemente do valor daquilo que diz escrever.

Uma vez mais, tenho muita pena de ter que deixar isto aqui escrito. A fotografia de Pedro Ferreira está mesmo muito bonita!

Alexandra Rosa Araújo

blueiela said...

:)Adorei a foto...o ambiente solitário e uma escuridão aparente,só recortada pela luz de um imponente candeeiro.Magia nas cores e nas sombras.Parabéns pelo magnifico trabalho

beijos

daniela pereira

Pedro Filipe said...

realmente... os bons despertam estas invejas e mentiras:)

esta pessoa que coloca estes textos (com erros ortográficos como "outrém" em vez de "outrem") conhece-te, gosta da tua escrita, já tem o teu livro e lê-o todos os dias:)

Não ligues a estas pessoas (que assinam anonimamente) Tiago:)