terça-feira, 5 de novembro de 2013

A Arte de se cuidar, ZEN IPQ 2013

O Hospital Dia (CRHD) do IPq do Hospital das Clínicas (HC) realiza o Dia Zen, em 8 de novembro, das 8 às 16 horas.

A ocasião é uma oportunidade para que a população conheça e usufrua dos benefícios físicos e emocionais de diferentes técnicas de relaxamento integrativas como reflexologia, reiki, shiatsu, toque integrativo somato emocional (TISE), kundalini yoga e oficina de origami, contando com mais de 100 profissionais. Com sessões de, em média, 30 minutos, algumas modalidades são gratuitas, mas outras custam R$25,00.

Não é necessário fazer inscrição para participar. O IPq está localizado na Rua Dr. Ovídio Pires de Campos, 785, Cerqueira César, São Paulo, dentro do Complexo do Hospital das Clínicas.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Site Wix

Carla Veríssimo cria site para se dar a conhecer e ao seu trabalho.
Visite já:
http://cavverissimo.wix.com/carlaverissimo

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Carla Veríssimo apresenta livro de prosa-poética em Lisboa



Bióloga de profissão, Carla Veríssimo, escreve desde que aprendeu as primeiras letras.

Aos 13 anos, os seus escritos começam a ser prosa-poética, repleta de metáforas, jogos de palavras, ironia e sentido de humor.
Tem vivido e viajado em várias cidades de Portugal e Europa.

Natural de Leiria, reside em São Miguel, desde Fevereiro de 2010, onde tem trabalhado como Bióloga.

Após ter conhecido e viajado, durante estes três anos, por todas as ilhas dos Açores, apresenta sábado, dia 28, pelas 21h, no Primeiro Andar, o seu segundo livro de prosa-poética, intitulado “Entrilhas”.

“Entrilhas” é um punhado de textos que reflecte vivências da autora no arquipélago dos Açores. É um tributo aos lugares, à natureza, às gentes, à cultura, à arte e aos artistas, ao mar, às viagens (inevitáveis) e em suma às ilhas no seu todo.

Através da ilha de Santa Maria, de clima seco, mediterrânico e casario típico, há ainda uma ponte para o Alentejo, que tem marcado igualmente a vida da autora.

Com este livro, Carla Veríssimo, tem a pretensão de despertar a curiosidade naqueles que possam ainda não conhecer todas as ilhas dos Açores, sejam eles do arquipélago, do território continental ou do estrangeiro. Tem a pretensão de os fazer viajar, descobrir, admirar e desfrutar esses pedaços de terra, afinal no meio do mar.

Num dos textos podem ler-se os nomes de B Fachada, Tiago Pereira, Gonçalo Tocha e Zeca Medeiros. “Este livro conta com textos escritos para o músico JP Simões, para o coreográfo e bailarino cabo-verdiano António Tavares e para o actor e encenador António Feio, cujo livro "Aproveitem a Vida" viajou comigo neste arquipélago e me inspirou tanto ou mais que as próprias ilhas.”, refere Carla Veríssimo.

O livro teve apoio da Direcção Regional da Cultura (Governo dos Açores – Secretaria Regional da Educação, Ciência e Cultura) e da Bensaude Turismo.

Conta com ilustrações de Irene Sàez e Yaiza López, amigas da autora e que também conhecem as ilhas dos Açores. A edição é da Folheto Edições e Design, uma editora de Leiria, com raízes em São Miguel.

As apresentações do livro são pautadas por leitura de textos-poema, projecção de fotografias e vídeos, acompanhadas de música açoriana ou de autoria dos músicos citados no livro, tudo num ambiente descontraído, com tons leves e harmoniosos.

Carla Veríssimo nasce em 1979.
A escrita é natural em si, é a forma como absorve o mundo e como o quer partilhar com os demais.
Em 2003 cria o blogue www.evirgula.blogspot.pt. Em 2005 publica o seu primeiro livro, intitulado “;” pela Corpos Editora. Em 2008 é convidada a contribuir para o Blogue das Artes: http://bloguedasartes.blogspot.pt/, uma sociedade de bloggers que funciona como ponto de encontro de artistas e amantes de arte e cultura. Ainda em 2008 cria um blogue: http://bloguivro.blogspot.pt/, com excertos de livros de outros autores, com o intuito de incentivar no público, a leitura em geral e a dessas obras em particular.

Tem colaborado com associações culturais, participado em tertúlias, noites de poesia, declamado os seus textos, publicado e distribuído as suas palavras muito para além do seu caderninho, onde se continuam a acumular textos, cujas letras se querem escritas em todos os lugares da poesia.
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Primeiro Andar
Um espaço que funde a gastronomia com a cultura, onde se partilham experiências criativas e sensitivas entre pessoas que querem dar e receber.
Um elo de ligação entre todas as vertentes culturais a preços acessíveis e num ambiente descontraído.
Um compromisso descomprometido. É a tua sala, o teu sofá, os teus amigos, o teu Espaço.
Rua das Portas de Santo Antão, nº110
(entrada ao cimo da rampa, entre o Coliseu e o Ateneu - porta preta do lado esquerdo)
Lisboa
21 346 1327

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Carla Veríssimo apresenta "Entrilhas" em Agodim

Carla Veríssimo cresceu em Agodim, uma aldeia da freguesia das Colmeias, concelho e distrito de Leiria. 
Aprendeu a escrever com a Dona Florinda, a sua professora primária.
Aos 13 anos, os seus escritos começam a ser prosa-poética, sempre feita a lápis, como se sente mais entregue aos textos-poema.
Aos 21 vai para o Porto, onde se licencia em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.
Tem vivido e viajado em várias cidades de Portugal e Europa.
Nunca parou de escrever. Uma escrita repleta de metáforas, jogos de palavras, ironia e sentido de humor.
Reside em São Miguel, desde Fevereiro de 2010, onde tem trabalhado como Bióloga.
Após ter conhecido e viajado, durante estes três anos, por todas as ilhas dos Açores, apresenta sábado, dia 21, pelas 21h30, no Clube Recreativo Cultural 7 Arcos, em Agodim, o seu segundo livro de prosa-poética, intitulado “Entrilhas”.

“Entrilhas” é um punhado de textos que reflecte vivências da autora no arquipélago dos Açores. É um tributo aos lugares, à natureza, às gentes, à cultura, à arte e aos artistas, ao mar, às viagens (inevitáveis) e em suma às ilhas no seu todo.

Através da ilha de Santa Maria, de clima seco, mediterrânico e casario típico, há ainda uma ponte para o Alentejo, que tem marcado igualmente a vida da autora.

Com este livro, Carla Veríssimo, tem a pretensão de despertar a curiosidade naqueles que possam ainda não conhecer todas as ilhas dos Açores, sejam eles do arquipélago, do território continental ou do estrangeiro. Tem a pretensão de os fazer viajar, descobrir, admirar e desfrutar esses pedaços de terra, afinal no meio do mar.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Bióloga de profissão, Carla Veríssimo, escreve desde que aprendeu as primeiras letras.

Natural de Leiria, licenciou-se na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, corre o mundo e reside em São Miguel desde Fevereiro de 2010.
Após ter conhecido e viajado por todas as ilhas dos Açores, durante estes três anos, apresenta agora o seu segundo livro de prosa-poética, intitulado “Entrilhas”.

“Entrilhas” é um punhado de textos que reflecte vivências da autora no arquipélago dos Açores. É um tributo aos lugares, à natureza, às gentes, à cultura, à arte e aos artistas, ao mar, às viagens (inevitáveis) e em suma às ilhas no seu todo.

Com este livro a autora tem a pretensão de despertar a curiosidade naqueles que possam ainda não conhecer todas as ilhas dos Açores, sejam eles do arquipélago, do território continental ou do estrangeiro. Tem a pretensão de os fazer viajar, descobrir, admirar e desfrutar esses pedaços de terra, afinal no meio do mar.

Num dos textos podem ler-se os nomes de B Fachada, Tiago Pereira, Gonçalo Tocha e Zeca Medeiros. “Este livro conta com textos escritos para o músico JP Simões, para o coreográfo e bailarino cabo-verdiano António Tavares e para o actor e encenador António Feio, cujo livro "Aproveitem a Vida" viajou comigo neste arquipélago e me inspirou tanto ou mais que as próprias ilhas.”, refere Carla Veríssimo.

O livro teve apoio da Direcção Regional da Cultura (Governo dos Açores – Secretaria Regional da Educação, Ciência e Cultura) e da Bensaude Turismo.

Conta com ilustrações de Irene Sàez e Yaiza López, amigas da autora e que também conhecem as ilhas dos Açores. A edição é da Folheto Edições e Design, uma editora de Leiria, com raízes em São Miguel.

As apresentações do livro são pautadas por leitura de textos-poema, projecção de fotografias e vídeos, acompanhadas de música açoriana ou de autoria dos músicos citados no livro, tudo num ambiente descontraído, com tons leves e harmoniosos.

Carla Veríssimo nasce em 1979.
Aprende a escrever as primeiras letras aos 6 anos. Aos 13, os seus escritos começam a ser prosa-poética. Os seus textos estão repletos de metáforas, jogos de palavras, ironia e sentido de humor.

A escrita é natural em si, é a forma como absorve o mundo e como o quer partilhar com os demais.
Em 2003 cria o blogue www.evirgula.blogspot.pt. Em 2005 publica o seu primeiro livro, intitulado “;” pela Corpos Editora. Em 2008 é convidada a contribuir para o Blogue das Artes: http://bloguedasartes.blogspot.pt/, uma sociedade de bloggers que funciona como ponto de encontro de artistas e amantes de arte e cultura. Ainda em 2008 cria um blogue: http://bloguivro.blogspot.pt/, com excertos de livros de outros autores, com o intuito de incentivar no público, a leitura em geral e a dessas obras em particular.

Tem colaborado com associações culturais, participado em tertúlias, noites de poesia, declamado os seus textos, publicado e distribuído as suas palavras muito para além do seu caderninho, onde se continuam a acumular textos, cujas letras se querem escritas em todos os lugares da poesia.

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PORTO FEIO Bar – Galeria de arte · Adega · Tapas Bar & Restaurante
Se é apreciador de vinho do Porto não cometa o pecado de não passar por aqui. Na porta encontra uma frase curiosa: "Se está fechado é porque não abri, se não está aberto é porque já o fechei".
A primeira terça-feira de cada mês é dedicada à Guitarra Portuguesa.
Especialidades da casa: Chouriço Assado, Pataniscas ou Sandes de Queijo, Tomate e Presunto.
Rua da Fonte Taurina nº 54, 4050-207 Porto
Quinta a Sábado: 19:00 - 02:00 | Domingo: 17:00 – 02:00
914 488 784 | teresabarrote30@gmail.com | https://pt-pt.facebook.com/barportofeio

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Carla Veríssimo apresenta segundo livro de prosa-poética

Bióloga de profissão, escreve desde que aprendeu as primeiras letras.


Carla Veríssimo, natural de Leiria, reside em São Miguel desde Fevereiro de 2010.
Após ter conhecido e viajado por todas as ilhas do arquipélago, durante estes três anos, apresenta já este sábado, dia 10 de agosto, pelas 22h, no Arco 8, o seu segundo livro de prosa-poética, intitulado “Entrilhas”.

“Entrilhas” é um punhado de textos que reflectem vivências da autora no arquipélago dos Açores. É um tributo aos lugares, às gentes, à cultura, à arte e aos artistas, ao mar, às viagens (inevitáveis) e em suma às ilhas no seu todo.

Com este livro a autora pretende despertar a curiosidade daqueles que possam ainda não conhecer todas as ilhas do arquipélago, de os fazer viajar, descobrir, conhecer, admirar estes pedaços de terra, afinal no meio do mar.
O livro teve apoio da Direcção Regional da Cultura (Governo dos Açores – Secretaria Regional da Educação, Ciência e Cultura) e da Bensaude Turismo.
Conta com ilustrações de Irene Sàez e Yaiza López, amigas da autora e que também conhecem as ilhas dos Açores. A edição é da Folheto Edições e Design, uma editora de Leiria, com um pé em São Miguel.

Na apresentação haverá leitura de alguns textos por parte da autora e de alguns amigos das artes, projecção de fotografias e vídeo.

Carla Veríssimo nasce em 1979. Aprende a escrever as primeiras letras aos 6 anos. Aos 13, os seus escritos começam a ser prosa-poética. Os seus textos estão repletos de metáforas, jogos de palavras, ironia e sentido de humor.
A escrita é natural em si, é a forma como absorve o mundo e como o quer partilhar com os demais.
Em 2003 cria o blogue www.evirgula.blogspot.pt. Em 2005 publica o seu primeiro livro, intitulado “;” pela Corpos Editora. Em 2008 é convidada a contribuir para o Blogue das Artes:http://bloguedasartes.blogspot.pt/, uma sociedade de bloggers que funciona como ponto de encontro de artistas e amantes de arte e cultura. Ainda em 2008 cria um blogue: http://bloguivro.blogspot.pt/, com excertos de livros de outros autores, com o intuito de incentivar no público, a leitura em geral e a dessas obras em particular.
Tem colaborado com associações culturais, participado em tertúlias, noites de poesia, declamado os seus textos, publicado e distribuído as suas palavras muito para além do seu caderninho, onde se continuam a acumular textos, cujas letras se querem escritas em todos os lugares da poesia.
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Arco 8 – Galeria Bar, localizado junto à rotunda de Santa Clara, é um espaço confortável onde se pode conviver calmamente com os amigos enquanto se ouve boa música. Tem a particularidade de exibir filmes, exposições de arte e apresentar espectáculos de música ao vivo. Destaque para o ambiente informal e para os excelentes cocktails preparados.
Avenida Abel Ferin Coutinho, Santa Clara, 9500-191 Ponta Delgada
296 628 733 | galeriaarco8@gmail.com| http://arco8.blogspot.pt
https://www.facebook.com/arco8azores


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Priolando

Vagueio pela Floresta.

Anseio encontrar-te em cada endémica ou nativa.
Vou lançando o meu canto ao vento para que brote dessa semente plântula;
para que cresça azevinho, uva-da-serra, ginja-do-mato ou faia-da-terra.

Vem a chuva e eu resisto.
Saboreio; sinto cada gota na minha face como se fosse a primeira.
Deambulo em cada trilho, cada tempo ou condição.
Há tanto para descobrir.
Ramo acima, ramo abaixo, voo, escondo-me, saltito, procuro.
Procuro.
Não só alimento para a boca se não também para a alma.

Faço o meu ninho para ti, com musgo, queiró, cedro, urze e sargasso.
Sou esse Priolo, pássaro pequeno, perseguido outrora e protegido hoje, pelas leis de homens, mulheres, crianças, jovens, adultos ou idosos; pelas leis daqueles que vêem em mim beleza.
E ainda que o meu canto ecoe apenas nesta Floresta, este meu assobio chega a todos os cantos do mundo.
E neste canto, hoje, sei de uns seres maravilhosos que se juntaram por mim, para mim. Mas na minha Festa, ainda faltas tu.
Vagueio. Deambulo.
É difícil encontrar-te, tu olhos negros, bico grosso, cabeça preta e corpo roliço.
Continuarei a ser Priolo, pássaro pequeno, persistindo, resistindo, assobiando, vagueando e voando sempre mais.
E eis se não quando se ouve: piu, piu…


(Escrito para a Priolo Fest, organizada pela SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves) e Galeria/Bar Arco 8, com apoio da Yuzin, que decorreu a 16 de Fevereiro de 2013, de forma a dar a conhecer a Campanha Internacional de Crowdfunding "Let's Preserve the Azores Bullfinch", lançada pela SPEA com o objectivo de angariar fundos que permitam dar continuidade ao trabalho de preservação do Priolo e da Floresta Laurissilva, desenvolvido pela SPEA e parceiros desde 2003, na ilha de São Miguel. Apoie e divulgue: http://www.indiegogo.com/PreserveAzoresBullfinch/)

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Exposição (des)escrita de Alexandra de Pinho

Horário:
2ª a 6ª das 9h00 às 20h00; 
Sábados e Domingos: Visitas por marcação p/ geral@weart.pt ou 234290205/915300488.


"São trabalhos feitos com tecidos, linhas e tinta acrílica sobre a tela. Há muito que a artista plástica Alexandra de Pinho nos habituou a isto: fibras roubando lugar ao traço da pintura, pigmentos têxteis a concorrer com a tinta. Nas suas obras encontram-se palavras cosidas com agulha e fragmentos de roupas que podíamos ter usado ontem mesmo - e aí é quase inevitável sentirmos essas palavras junto ao nosso corpo, pois são palavras enroupadas e a roupa é desde que nascemos a nossa segunda pele perante o mundo. Esta série de trabalhos evoca "um discurso de reflexão que torna possível escrever/ler o corpo e com o corpo", explica Alexandra de Pinho no texto de apresentação da exposição "(des)escrita". A mostra pode ser visitada até 12 de Abril na WeArt, em Aveiro, de segunda a sexta-feira das 10h às 20h."

(P3, Público 21.01.2013)

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Celina da Piedade no Misty Fest | Centro Cultural de Belém | 16 Nov 2012 | 21H00

Celina da Piedade apresenta disco de estreia "Em Casa" no Misty Fest
Centro Cultural de Belém | 16 de Novembro | 21H00

Nas palavras de outros:
Celina da Piedade tem levado o seu acordeão até aos mais diferentes contextos e agora estrea-se a solo com um disco recheado de surpresas.
"Em Casa", vai ser apresentado no Pequeno Auditório do CCB, juntamente com alguns convidados como, por exemplo, Samuel Úria. No acordeão e ao microfone, Celina é um tesouro que agora urge descobrir no centro do palco.
Algures entre as formas e cores tradicionais, com viagens pelas memórias das danças portuguesas, e um sentir mais moderno e universalista, Celina desenha uma música cheia de alma e de personalidade que em palco ganha com a sua formidável presença.
Quem já a viu em concerto, pisando palcos ao lado de Rodrigo Leão, Mayra Andrade ou Ludovico Einaudi reconhece-lhe o imenso carisma.

Nas minhas palavras:http://evirgula.blogspot.pt/2012/10/assim-te-explico.htm

Não percam!
http://www.misty-fest.com/index.php/pt/

domingo, 4 de novembro de 2012

Palavrilhas - Julho 2012



Palavrilhas é uma rúbrica de Carla Veríssimo na Yuzin -  Agenda Cultural de São Miguel.

Design por Isidro Fagundes - YUZIN

quarta-feira, 3 de outubro de 2012











Começar por onde?
Pela beleza das capas do álbum? Pelas letras das músicas, pelas composições, pela musicalidade como um todo?
Pela divulgação da música popular / tradicional portuguesa?
Pela presença em palco, e daí como se depreende facilmente, também na vida: com alegria?
Pelo carisma, como se sente e se lê nos mais variados meios de comunicação social, onde agora a Celina brilha ainda mais com as suas flores no cabelo?
Pela Mazurcas que nos fazem enebriar e sentir apaixonados?
Pela boa disposição do Calimero e a Pêra-verde que nos faz dançar?
Ou pelo Assim me explico, que para mim é o que mais me toca cá dentro... mesmo quando tudo não vai mal... ;)
E assegurar que cá dentro vou sentir muitas vezes essa voz e toada, e hei-de traulitar amiúde:
Assim me explico
sem palavras, com sons
...
Possa eu cantar
quando tudo vai mal
e isso me faça acreditar
que é natural
 

Possa eu te dar
sons que nasçam em mim
e que juntos queiramos cantar
Assim...

E pedir mais letras e músicas assim: bonitas, como a Celina das flores no cabelo!

Para quem escreve, sentir que alguém sente através da música aquilo que se sente através da escrita é a expressão máxima de uma emotividade que está dentro de nós, e que nos sai do coração, com toda a alma, pelo que a frase da Celina diz tudo:
Para mim cada música é um tesouro. Todas as escolhas de temas, instrumentos e convidados são feitas com muita emotividade. Faço música com o coração, e com ela o preencho, a música é a minha casa e faço-a com quem tenho partilhado a minha vida..."

A nós, público, resta-nos Explicar-te EM CASA e ao mundo ;)














Fotos por Rita Carmo

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Casulo de Cetim

Para quem gosta de poesia e contos com um travo de poema, deixo-vos Casulo de Cetim, um blog recentemente inaugurado, um lugar onde se tecem pequenos fragmentos de inspiração e sentir poético:


      das asas do vento
  à folha caída,
      dos braços da árvore rasgada
  ao colo da maresia...

Visitem www.casulodecetim.blogspot.com

Comentem, partilhem, deixem fluír o vosso sentir e complementem com o que a inspiração vos ditar...

segunda-feira, 9 de abril de 2012

"Le project de ma vie"


Titulo: O meu projecto de vida
Dimensoes: 140x160cm
Data: 2012
Tecnica utilizada: empastes e acrilico sobre tela

sábado, 11 de fevereiro de 2012

só talvez um lugar feito de gentes-nata-do-saber, do conhecimento, da amizade, partilha, da dedicação, das pequenas boas coisas pequenas, da calma, do sossego, da boa educação, da vida comunitária.
só esse lugar para plantar um filho a crescer.
só esse lugar, sem maldade, sem dependências absurdas, sem comportamentos bizarros.
CAVV|09|06|2010
só este despertar-vos a todos, bloguers deste blog - "a maior sociedade de bloggers em Portugal e do mundo"
despertar 62 menos 1 (que sou eu) magníficos sócios para que plantem aqui os vossos filhos, o vosso lugar, as vossas pequenas boas coisas pequenas, aquilo que faz de nós "a" sociedade!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Marionetas

Que pessoas são aquelas que manipulam as marionetas?
Que fazem tudo o que a mente lhes ditar?
Porquê que as marionetas não ganham vida e soltam-se daquelas amarras e começam a agir sozinhas sem o controlo de uma MÃO? 

Manipulação.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Homenagem a Couto Viana

quinta-feira, 31 de março de 2011

Lançamento de "Candomblé em português"

(carregar na imagem para ler)

quinta-feira, 10 de março de 2011

Cátia Rodrigues

terça-feira, 8 de março de 2011

Quando o Fado é Oração


MISSA

“ QUANDO O FADO É ORAÇÃO “

De José Campos e Sousa

DOMINGO 13 DE MARÇO ÁS 19H30

EM

LISBOA

NA IGREJA DO SACRAMENTO AO LARGO DO CARMO

BERNARDO COUTO-GUITARRA PORTUGUESA

FILIPA GALVÃO TELLES-VOZ

JOSÉ CAMPOS E SOUSA-VOZ E GUITARRA CLÁSSICA

Angariação de fundos para as obras na Igreja do Santíssimo Sacramento

domingo, 6 de março de 2011

Escrita em dia

não tenho uma caneta para mandar ao ar, e o meu lápis é o de sempre. por isso, não voa, mas cai sobre o papel.
não tenho clientes e o meu corpo não tem que se esforçar. não posso ir apanhar conchinhas na praia, porque sei que continuas aí, mas a minha íris capta os últimos raios do sol de hoje no horizonte de sempre. penetram por entre as nuvens e mergulham no mar sereno.
vejo toda a baía .
apetecia-me fotografar-te neste entardecer.
apetecia-me sorrir para a tua objectiva quando a máquina passasse para as tuas mãos.
apetecia-me esta aventura.
apeteciam-me: gaivotas, e a LIBERDADE delas. (Ser como um desejo/Ser herói de um beijo/Sobre a cidade/Viver numa estrela/E sem dar por ela/Gritar: LiBeRdAdE!!!)
O lápis chama por mim e foi isto que quis (ele) escrever, porque o texto faz-se como ele quer.
Imagino a tua cara. Esse teu sorriso envergonhado...
apetecias-me tu!
Já foste comprar o meu livro?
não tenho uma caneta para mandar ao ar, e o meu lápis é o de sempre. por isso, não voa, mas cai sobre o papel.
antes de vir o breu vejo ainda uns rasgos de vermelho no céu.
ouço as ondas a rebentar. ouço ainda um avião por cima dos raios que penetram por entre as nuvens e mergulham no mar sereno. É mesmo bom voar?
Em que céus já voaste? E em que terras estiveste?
As luzes começam a acender-se no cais.
e hoje cais na minha folha de papel. E hoje és o meu lápis.
apetece-me a tua mão na minha barriga.
apetece-me a tua mão no meu pescoço.
apeteces-me: tu
apetecem-me os teus lábios
E apetece-me escrever tudo isto!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

NO TEMPO APROPRIADO

A palavra recorta o tempo do olhar global, conjugando as secções dos equilíbrios atómicos, redimindo o meu desejo, transportando-me a um outro patamar onde vomitarei os meus sentimentos no papel antigo, como se isso pudesse resolver o meu vazio.
O dia do antigamente guardou pedaços de ti no bilhete de uma memória imortal entre os gigas de informação ao fluxo da corrente sanguínea. Gravo-te no DVD do meu coração e fazes a história da minha vida, sem que possas imaginar o quanto gosto de ti!
Missões, viagens ao planeta vermelho, na reconstituição ao ADN da alma, equacionando os momentos da física perdida.
Chegam as tecnologias e divulgas o amor… dentro do iPad, algo incontornável e o sonho ascende a uma nova dimensão. Sempre pensei em ti, de um modo diferente e navego pelos prazeres urbanos, invento nomes, mas não deixo de dizer-te o que sinto! Escrevo-te e aceitas sem saber que sou eu; transformo-me assim de um modo que te ultrapassa.
Todos os dias novas experiências… sensores da percepção. A nova era é inaugurada todos os dias, entre os prazeres da ocasião! O desejo atómico conduz-me para uma outra perspectiva, nas estradas da condução do amor. Esse sorriso da alegria funde-nos pela cumplicidade… alinho-te entre os felinos e o silêncio das aves, numa cristalografia espirituosa, ainda que me tenhas bloqueado no facebook e noutras redes sociais! Sei que estás lá… sei isso.
A vida íntima das palavras guarda-nos para sempre, na nossa galáxia tão diferente, à aspiração de uma nova via láctea. Pensamentos não-lineares sobrepõem-se, posicionam ritmos alucinantes, depois de uma micro pausa, ainda que estridente para o orgasmo dos sentidos intocáveis, ao teu (meu) sabor… passo ao silêncio e deixo que o corpo responda no tempo apropriado.

Porto, 02 de Janeiro de 2011 – 17:33h
Jorge Ferro Rosa
Escrito no café “A Barcarola”

Algumas coisas

Arte de sucata, mostra Dom Quixote, Brasil, São Paulo


Uma estátua de 4 metros de altura com personagens do livro Dom Quixote foi instalada nesta semana na estação Sacomã do metrô, na zona sul de São Paulo. O protagonista foi montado com 2.000 latas de refrigerante pelo artista Silvio Galvão.

Sancho Pança, que tem 2,5 metros de altura, foi feito com tampinhas de garrafa de cerveja e câmaras de bicicleta.

O cavalo Rocinante também é de material reciclável. Galvão usou nessa parte da obra sucata de ferro, plásticos, pentes, vassouras, teclados de computador e máquinas de passar.

domingo, 2 de janeiro de 2011

BREVIDADE

A tua sensibilidade perdida,
O teu amor no cósmos... perfeito
Dissipa-se a ansiedade da vida
Porque tudo é uma breve corrida
Porque afinal, fica o lado imortal
Não entendo o que significa afinal
O forte pulsar deste peito.

Corre neste novo ano outra postura...
Não sei se engano
Quem sabe uma aventura.

Porto, 02 de Janeiro de 2011 - 19:51h
Jorge Ferro Rosa

sábado, 1 de janeiro de 2011

A Morte do Cisne, A Morte da Arte

[por Pedro Gabriel - www.lituraterre.wordpress.com]

Le Carnaval des Animaux é uma peça de Camille Saint-Saëns datada do já distante 1886. Sua beleza que desconhece o envelhecimento a torna atualíssima e capaz de nos comover quase 150 anos depois de passado o contexto de sua produção. Talvez por não ter sido obra datada que, como o que se produz hoje sob o nome de arte, apenas atende a demandas transitórias a fim de angariar fama (moeda do nosso tempo) e espaço no show business (sempre mais business do que show). Arte não é o que se "faz para", não é o que o artista opera e sim o que se opera no artista tornado mero instrumento (tanto mais transparente quanto mais sublime a arte) e Le Carnaval des Animaux é exemplo dos maiores de uma certa zona de involuntariedade do artista em relação à obra, aqui expressa na vergonha que Camille Saint-Saëns tinha de sua composição. Ao finalizar sua obra notou aterrado que a mesma possuía um tom indisfarçavelmente lúdico e, considerando-a perigosa para sua reputação de homem sério, proibiu sua execução até sua morte (quando a peça veio integralmente à tona em sua magestosa simplicidade).



Suplico ao meu leitor que não proceda uma leitura daltônica e que distinga (tão bem quanto puder) as nuances intermediárias das cores que lanço nessa tela: não afirmo aqui uma concepção metafísica da arte como uma instância divina e distinta do homem que aparece quando este, renunciando aos ruídos da vida, tranca-se em um estúdio e pode simplesmente transcrever o que, já pronto, paira sobre sua cabeça. Não é disso que se trata. Entre esses dois opostos há uma confusão entre as categorias de suficiente e necessário. Evidentemente a história de vida do artista é necessária: sem a crueldade com a qual a vida nos lesa não há arte. Entretanto a história e a fronteira contextual que circula o artista não são suficientes (embora, como já dito, é algo necessário). O que transcende o necessário e aponta para a suficiência é o que está na delicada e breve zona do que não pode não ser produzido: aí está a arte. Numa bela imagem a qual cito de modo irresponsavelmente breve, Heidegger (entre um e outro passeio pela Floresta Negra) diz que o que faz a jarricidade da jarra é sua vazão e que o vazo assim o é como borda do vazio que contém.

O Carnaval dos Animais cumpre todos esses requisitos para ser considerada uma verdadeira obra de arte e, mais que todos eles, envelheceu muito bem. Resistiu à suprema prova do tempo demonstrando densidade e que tal peça comporta um dito. Mais do que isso, tornou-se matéria de mais produções que não seja o mero falatório descompromissado com o ser: as tais fofocas geradas pelo rame-rame que se tornou a crítica artística atual. Avançando para esferas interiores de si própria, a obra cresce pra fora (tornando-se imortal) e internamente (gerando crias e multiplicando-se). É nesse movimento de expansão que um de seus movimentos (Le Cygne) é destacado por Michel Fokine e transformado, ele próprio (o movimento, não Fokine) em uma peça autônoma: uma das mais belas coreografias de Ballet de que se têm notícia.



Fokine, no ano de 1905, teve o privilégio de trabalhar esta composição ao lado de Anna Pávlova, uma das maiores dançarinas russas nascida em um subúrbio miserável de San Peterburgo. Eram vistos juntos, absortos na sua soberba tarefa, nos parques e jardins admirando cisnes e lendo, juntos, a poesia de Alfred Tennyson. O resultado de todo esse investimento é uma explosão de uma beleza interior indescritível: uma das peças mais belas já apreciada pelos sentidos humanos. Com pouquíssimos minutos de duração, “A Morte do Cisne” (nome que recebeu o formato final) ilustra os últimos momentos de um cisne ferido. Com uma graça quase impossível de ser executada pela anatomia humana, o ballet mostra um suave entregar-se ao seio do esquecimento: uma morte sem resistências, sem questionamentos inúteis, sem anseio de continuidade (dignidade quase impossível para humanos). A morte aqui é apresentada como evento da vida e se é verdade o que diz Carner, que toda arte é arte por nos ensinar a morrer, encontramos mais um atributo presente nesta peça que a torna imortal. A maioria de nós vive esquecidos da morte: como se ela não fosse conosco. A boa arte no entanto nos apresenta o verso: a vida entendida como perda e não como um somatório de coisas que devem ficar eternizando essa composição que um dia respondeu por um nome próprio e que como as demais coisas no universo deve passar.


Esquecidos da morte os homens deslembram-se da arte que morre em silêncio sem que a maioria se dê por isso. Em seu túmulo, as instalações e performances dançam um ritmo fugidio feito de som e fúria (desses nos entram violentamente pela janela e por meio das tantas fontes de ruído atuais) que em breve dará lugar a outra expressão igualmente irrelevante. A arte é um cisne ferido de morte que em sua dignidade não se recusa a passar.

Enquanto escrevo tenho o grato prazer de ouvir um vizinho em algum lugar da rua aprendendo violino. Com alguma dificuldade ele maneja o arco ensaiando o Canon em D de Pachelbel. Talvez haja alguma esperança afinal.


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Imagens usadas no Post:

01) Natureza Morta com Jarro e Maçãs, tela de Pablo Picasso
02) Anna Pavlova executando sua obra prima
03) Martin Heidegger em um de seus passeios matinais pela Floresta Negra

Vídeos Indicados:

01) http://www.youtube.com/watch?v=TCMvMEzQ6y - A Maya Mikhailovna Plisetskaia, na minha leiga opinião a que melhor exerceu a mímese corporal que o ballet proporciona. Ela inseriu algumas variações no desenho original de Anna Pavlova.

02) http://www.youtube.com/watch?v=YW01o9x0Alc - Coreografia original executada pela própria Pavlova para cotejamento.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Lançamento de "Finis Mundi"


Até final de Dezembro chega às livrarias uma nova publicação, a revista “Finis Mundi” (FM), que reúne na sua lista de colaboradores alguns dos pensadores, académicos e autores mais notáveis do País. A revista surge no rescaldo do quase desaparecimento de revistas de pensamento em Portugal, com o encerramento das “Atlântico” e “Magazine Grande Informação” e ainda a aparente paralisação da “Futuro Presente” (digo quase porque, felizmente, existe também a “Nova Águia”, publicação semestral cujo 6º número já se encontra nas livrarias), entenderam os editores que fazia falta, urgia até, o surgimento de uma revista como esta que colmatasse a actual ausência de publicações do género, pensada desde raiz num formato para-académico, não para os quiosques onde se amontoam revistas de banalidades mas para as livrarias que são, hoje como sempre, o último bastião de qualquer cultura.

Objecto

Como é óbvio, ninguém cria uma revista apenas porque sim, a FM sendo uma revista de pensamento e cultura portuguesa, privilegia textos referentes à nossa história, regimes, lendas, tradições, mitologia, artes (monumentos, escultura, pintura, música, arquitectura, literatura, cinema, banda desenhada, teatro, poesia), biografias de personalidades (referentes às artes anteriormente mencionadas), crítica (de discos, livros, álbuns de banda desenhada e publicações terceiras), geopolítica e filosofia, resumindo: a FM tem por objecto central Portugal!

Não é inocente o título que escolhemos para a revista, entendemos que Portugal (e talvez até todo o Ocidente, mas o nosso foco central é Portugal) se encontra num final se ciclo, numa nova Era que está somente a começar na qual os pais começam a perceber que é quase certo que os seus filhos tenham uma vida pior que a sua, um período de transição, o fim do “nosso” mundo tal qual o conhecemos… assim sendo, há que recordar o Portugal que existiu, o Portugal que ainda existe e o Portugal que pode vir a existir.

Selecção Nacional

Tende em mente este propósito, convidámos a participar na revista uma trintena de personalidades, muitas delas já bem conhecidas do grande público e outras que futuramente, temos a certeza, o serão, há que referir a transversalidade deste projecto que, estamos em crer, muito colaborou para que, neste primeiro número, contássemos com a participação de trinta escribas nacionais, acederam ainda em ser entrevistados duas figuras de proa da nova cultura portuguesa, Manuel Fúria do grupo de ‘novo roque’ Os Golpes que tantas salas tem enchido por todo o país desde o lançamento do álbum de estreia, “Cruz Vermelha Sobre Fundo Branco”, em 2009 e Filipe Faria, que alguns apodam de “Tolkien português”, autor da septologia “As Crónicas de Allaryia”.

Neste primeiro número colaboram António Marques Bessa, Vítor Luís Rodrigues e Brandão Ferreira (todos familiares aos leitores do “Diabo”), Sónia Sebastião (autora de “A Democracia Directa Ainda Interessa?”), Alexandre Franco de Sá (“O Poder pelo Poder: ficção e ordem no combate de Carl Schmitt em torno do poder”), Henrique Salles da Fonseca, Joaquim Reis, Francisco G. de Amorim, Mendo Castro Henriques (cujas obras mais recentes são “1910 a Duas Vozes” e “Vencer ou Morrer”), Manuel Brás, Basílio Martins (revista “Premiere”), Renato Epifânio (director da “Nova Águia” e autor, entre outras, de “A Via Lusófona” e “Agostinho da Silva e o Pensamento Luso-Brasileiro”), Vítor Martins, Rainer Daehnhardt (“Homens, Espadas e Tomates”, “Portugal Cristianíssimo”, etc.), João Gomes, Carlos Melo Bento (“História dos Açores”, em dois volumes), Filipe Miguel Dias Cardoso, Júlio Mendes Rodrigo (“Summa Techno(i)logicae”), José Almeida (“Newsletter da Fundação António Quadros”), Eduardo Amarante (“Mitos e Lugares Mágicos de Portugal”, “Portugal, a Missão que Falta Cumprir” em parceria com Rainer Daehnhardt, etc.), Rui Baptista (crítico do “Bela Lugosi is Dead”), Constança Araújo (revista “Elegy”), Roberto Mendes (jornal “Conto Fantástico” e revista “Dagon”), Luís Couto (Teatro Grotesco e The Joy of Nature), João Franco, Sandra Balão (“A Fórmula do Poder”) e Mário Casa Nova Martins (revista “Plátano”).

Steering Committee

A FM possui, já neste primeiro número, um Conselho Consultivo Inicial, um verdadeiro “steering committe” de “referees” que velarão pela manutenção da qualidade dos conteúdos da mesma. Inicial, porque contamos aumentar os nossos “referees” de número para número, este Conselho Consultivo Inicial conta já com o Doutor António Marques Bessa, UTL-ISCSP-UAL; a Doutora Sónia Margarida Sebastião, UTL-ISCSP, a Doutora Sandra Rodrigues Balão, UTL-ISCSP e o Doutor Miguel Varela, ISNP-GL.

Internacionais

A FM conta também com uma bem nutrida equipa de colaboradores internacionais encarregues, essencialmente, de uma análise geopolítica global, entre estes destacamos o filósofo argentino Alberto Buela (Universidade de Buenos Aires, La Sorbonne – Paris, vice-presidente do Instituto Sul Americano de Estudos Estratégicos), o filósofo francês Alain de Benoist, que estará em Portugal para o lançamento da revista, a 9 de Dezembro, no Palácio da Independência, autor, entre outros, do “Nova Direita, Nova Cultura”, o pilotólogo Aleksandr Dugin (Centro de Estudos Conservadores da Universidade Estatal de Moscovo, ex-conselheiro do presidente da Duma e presidente do Centro de Análise Geopolítica), James Petras (Universidade de Binghamton, Nova Iorque, e Saint Mary’s, Canadá, ex-conselheiro de Estado dos governos da Grécia, da Venezuela e do Chile, revista “Foreign Policy”), Matthias Chang (ex-Secretário de Estado do primeiro-ministro da Malásia, Mahathir Mohamad), Paul Craig Roberts (ex-editor do “Wall Street Journal” e da “Business Week”, ex-secretário adjunto do Tesouro no governo de Ronald Reagan), Leonid Savin (Un. Estatal de Moscovo, editor da revista “Geopolítica” e colaborador do “Journal of Internacional Affairs”) e Tiberio Graziani (director da “Eurásia”, revista académica de estudos geopolíticos e da colecção Cadernos de Geopolítica, Itália).

Trimestralmente nas livrarias, “Finis Mundi”, antes que Portugal acabe… dia 9 de Dezembro, na SHIP, António Marques Bessa e Alain de Benoist falam-nos exactamente do fim do “nosso” mundo, um evento a não perder.

http://revistafinismundi.blogspot.com

O Diabo, Jornal Independente
30 de Novembro, 2010.

domingo, 28 de novembro de 2010

A Caracóis

A minha mulher tem um sinal na barriga. 4 dedos abaixo do umbigo, e um pouco para a direita. Na perspectiva dela.
Tem um pêlo um dedo abaixo do umbigo. No mesmo alinhamento. Nem mais para a direita, nem mais para a esquerda.
Tem um outro sinal castanho na face esquerda. É bonito. Não é daqueles pequeninos, sem grande piada, mas também não é grande, daqueles exagerados. Tem um tamanho ideal. Tem mais uns quantos a rodeá-lo.
Conheço os sinais todos do corpo dela. Os sinais. Os sorrisos. Os olhares.
Tem 3 sinais na virilha direita. Um deles apareceu há uns dias. Não me lembro de o ver ali…
Tem um sinal carnudo, mas de tamanho médio, ao cimo das costas. Às vezes acho que o devia mostrar ao médico.
Tem um sorriso quando gosta realmente de alguma coisa. Outro, mais leve, a tentar mostrar que gosta, …
Tem um olhar quando tem medo, um quando está surpreendida, outro de incrédula.
A minha mulher tem cabelos louros cheios de caracóis.
Tem olhos verdes.
Tem sinais no olho esquerdo.
Tem a marca no pulso de quando se queimou no ferro de engomar.
Tem mamilos escuros, a contrastar com a sua pele branca.
Tem um olhar quando tem prazer. Nem é um olhar Às vezes É um sorriso.
Um sinal. E o meu corpo no dela.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Sessão de lançamento do livro "Já não se fazem Homens como antigamente





Convite para a sessão de lançamento do livro "Já não se fazem Homens como antigamente"...


Livraria Leitura Books & Living-Shopping Cidade do Porto-PORTO dia 27 de Novembro às 16h .Apareçam:)
http://www.esferadocaos.pt/newsletter/newsletter_edc_20101103.html

Os autores:

Daniela Pereira
João Pedro Duarte
Miguel Almeida
Pedro Miguel Rocha

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

(Para António Feio)

17.10.10:
Bem António, saíste de São Miguel (estiveste em Ponta Delgada – “porque tão depressa nos parece que estamos na Suíça, como na América Latina, como numa cidade colonial africana” ;) já te levei para a Graciosa, para a Terceira, mais depressa ainda voámos para o Faial, de barco atravessámos para o Pico (a maré não tava baixa o suficiente para fazer escala nos ilhéus!), novamente de barco para São Jorge, voltámos tudo pra trás, às mijinhas, ora pára no Pico, ora dorme, ora levanta, ora apanha outra vez o barco, e Faial novamente.
Ainda há pouco, fomos contar estorninhos por essa ilha fora. Claro que dessa bicheza, nem vê-la!! Mas o almoço até foi bom, em Pedro Miguel (ainda tou pra descobrir se o homem foi alguém importante nesta rotunda gigante, com mar à volta, para terem dado esse nome aqui ao sítio!! Já imaginaste uma Freguesia aí numa ilha paradisíaca, com o teu nome?! António Feio! Isso é que era! Um homem importante! E já estou mesmo a ver, o pessoal agarrado à placa, dentes arreganhados, tanto um, como o outro! ;), e a máquina a disparar fotos!), Bem, mas ia eu a dizer, o almoço até foi bom, quase uma lágrima a escapar-me com a tua Carta de Despedida, mas lá me aguentei antes que o senhor do café notasse! Claro que com os textos do Mini-Mini Diário, quis lá saber, e foi só rir!!!
Já te levei pra casa-de-banho, já respingou água pra cima de ti, enquanto penteava o cabelo, já te achei parecido com o rapaz da loja do aeroporto da Terceira, onde fui comprar o meu primeiro relógio da Fossil!, Agora é só esperar que o rapaz acerte o compasso e veja bem os meus ponteiros!!
Já escrevi tantos textos, muitos dos quais enveianenada pelo meu querido Lobo Antunes, e agora dou por mim, a escrever à Moda do Feio!, só porque com 31 anos, estou a conhecer um homem de 55, com quem me cruzei uma noite no Porto, e me lembro de pensar: Olha o António Feio. Epá, é mesmo alto! (pudera!, eu no meu metro e meio, toda a gente é alta!) E segui, e tu seguiste, e nada. Ai, se fosse hoje! Eu lá deixava escapar um homem interessante, inteligente, maduro, com um sentido de humor espectacular, e único, como tu?! Pedia-te logo que me fizesses um filho!! (Bem, teria era de conseguir “levar-te” na conversa, durante, pelo menos, um ano.... e nisto de paixões, também ando cá com uma colecção, que vai lá vai... e não tem ido a lado algum! Acho que a minha média vai pra i em 1,4... !).
E agora que te acabei de ler, parece que não sei bem o que fazer a seguir... ou não sabia até vir sentar-me nesta cama, contigo ao lado, a sorrir pra mim, claro, com esse olhar profundo, cristalino (De Pura Lino ;) (e agora a senhora do hotel bateu-me à porta, e tu caíste-me (e não caisteme!!) ao chão! Ó homem, tu anda cá, que na caminha é que estamos bem! ;)
Vá, agora deixem ouvir A Banda!
E até vou parar de escrever porque a Conversa sem ti, está a ficar uma Verdadeira Treta.
Um bom resto de continuação ;)

domingo, 31 de outubro de 2010

Varatojo - Portefólio 2010

sábado, 30 de outubro de 2010

Varatojo - Portefólio 2010

Varatojo - Portefólio 2010

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Sad Cello with Piano Accompaniment

Pinturas de Rassouli ao som magnífico de Sad Cello! Lindo...

Passatempo na página do facebook do livro Já não se fazem Homens como antigamente




Bom dia :)



O sapinho encantado dá inicio ao 1º passatempo da semana...

Neste 1º passatempo teremos um exemplar do livro para oferecer através de um sorteio entre todos os participantes que responderem correctamente no mural da página às seguintes questões:



1- Qual foi a data de lançamento do book trailer da obra Já não se fazem Homens como antigamente no blog do livro?



2- Em que colecção inserida no catálogo da Editora Esfera do Caos podes encontrar o livro Já não se fazem Homens como antigamente?



O passatempo irá decorrer a partir deste momento e até Domingo dia 31 até à meia noite.



Boa sorte!!!



Vamos lançar um conjunto de passatempos em que os vencedores serão premiados com um exemplar autografado. Estes passatempos irão decorrer de dia 27 de Outubro a dia 14 de Novembro. Convidem os vossos amigos a juntarem-se a nós na página

http://www.facebook.com/pages/Livro-Ja-nao-se-fazem-Homens-como-antigamente/153081791398468



Pista: As respostas podem ser encontradas no blog oficial do livro e no catálogo da Editora Esfera do Caos... ;)


Autores da obra: Daniela Pereira, João Pedro Duarte, Pedro Miguel Rocha e Miguel Almeida

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

POESIA DE CHOQUE (16)

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O poder terapeutico da expressão pela arte...


Permear os caminhos da arte é traçar um equilíbrio entre consciente-inconsciente, matrizando as potencialidades e as limitações do Ser.
- Yasmin